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Em imagens: Basel Social Club

Basel Social Club transforma um antigo complexo de escritórios em palco de crítica à produtividade na era gig, questionando o que acontece fora do expediente

Thomas Liu Le Lann, SH05_26 junior associate (2026), Spielzeug and Copperfield David Owens
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  • Basel Social Club desta edição apresenta trabalhos experimentais sobre a vida de escritório, em um edifício de escritórios abandonado que já foi centro de treinamento do UBS, em Basel.
  • A programação mistura festas noturnas, sets de DJs e atividades como aulas de exercícios, imersões frias e injections cosméticas no local.
  • A mostra analisa as contradições entre trabalho e lazer na era da gig economy, com atenção especial aos profissionais do setor cultural.
  • O tema aborda elementos do ambiente de escritório, como almoços aquecidos no micro-ondas, bebedouros e gravatas, como símbolos da rotina profissional.
  • O Basel Social Club fica na Erdbeergraben 1 e fica até 20 de junho.

Basel Social Club apresenta uma edição que transforma uma antiga área de escritórios em palco para obras que exploram o cotidiano do trabalho. A curadoria reúne projetos que vão desde refeições de mesa de escritório até acessos a estacionamentos. O objetivo é questionar a relação entre produtividade e lazer.

A mostra ocorre em Basel, no complexo de escritórios abandonado que já abrigou um centro de treinamento do UBS. O evento oferece noite agitada com música e sets de DJ, mantendo a proposta de ir além do expediente. A curadoria aposta em uma leitura crítica sobre a economia gig.

Exposição traz obras que exploram rituais do dia a dia no ambiente corporativo. Entre as peças, estão sessões de exercício, imersões frias e aplicações estéticas no local. A curadoria indica que o público reflita sobre as horas não informais de trabalho.

Panorama das obras em exibição

Thomas Liu Le Lann apresenta SH05_26 junior associate (2026), com referências a dinâmicas de escritório. A peça faz parte de uma seleção que mistura cores, formas e objetos do cotidiano profissional, ampliando o debate sobre produtividade.

Elleanna Chapman mostra I am the American Dream (2026), produzida pela Teaspoon Projects. A obra propõe uma leitura crítica sobre identidades e aspiracionais no contexto atual do trabalho.

Xiao Guo Hui apresenta The Martyrs of Beauty (2024-25), em parceria com a Galerie Fabian Lang. O conjunto dialoga com padrões estéticos impostos pela indústria criativa e pela cultura de consumo.

Botond Keresztesi apresenta Aquaman (2026), da Longtermhandstand. A obra utiliza imagens e símbolos para discutir papéis de gênero e a construção de identidades no mercado de trabalho.

İhsan Oturmak assina Dining Hall II (2026), da Öktem Aykut. A instalação remete a espaços coletivos de alimentação e sua função social dentro de ambientes institucionais.

Esben Weile Kjaer apresenta Lions (2026), da Andersen’s Contemporary. A peça trabalha com a simbologia de força e liderança no universo corporativo.

Peter Hauser registra Untitled (Pomegranate) (2019), em forma de fotografia, com referência a uma obra de um acervo coletivo de artistas.

Georgia Gardner Gray apresenta Lo que puede un Sastre (What a Tailor Can Do) (2024), da Sadie Coles HQ. A obra convida à reflexão sobre artes manuais, ajuste de roupas e identidades.

Basel Social Club fica aberto até 20 de junho, no Erdbeergraben 1. O conjunto de obras propõe uma leitura crítica sobre trabalho, lazer e produtividade na atualidade.

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