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Pinyuan Li explica por que coleciona obras que a conectam naturalmente

Colecionadora londrina nascida na China decide rapidamente ao ver uma obra que a toca e lança o Summer House, fórum para jovens colecionadores

Pinyuan Li
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  • Pinyuan Li, nascida na China e com base em Londres, está colecionando arte há cinco anos e já morou oito anos na cidade.
  • Seu acervo reúne obras de artistas asiáticos e de nomes como Laure Prouvost, Tracey Emin, Leonor Fini, Antony Gormley e Ryan Gander.
  • Ela lança o Summer House, um fórum para jovens colecionadores se encontrarem e trocarem experiências, inspirado nos salões do século XIX.
  • Na entrevista, Li revela a primeira obra adquirida (painel de Andrew Bick) e a última (pequena pintura de Cheri Smith), além de mencionar compras rápidas quando há conexão, com exemplo de Manuel Mathieu em 2023 e presença na Venice Biennale de 2026.
  • Ela gostaria de ter o conjunto The Ten Largest, de Hilma af Klint, em um museu, e comenta planos de participação em eventos da Delfina Foundation, além de buscar equilíbrio entre oportunidades e o medo de perder uma galeria.

Pinyuan Li, colecionadora de origem chinesa que vive em Londres, anunciou o lançamento do Summer House, um fórum para entusiastas de arte se encontrarem e trocarem experiências. O espaço surge como uma continuação natural de seu interesse em conectar jovens colecionadores, inspirado nos salões do século XIX. Li está concluindo o doutorado em Estudos Orientais na Universidade de Sheffield.

A coleção da entrevistada inclui obras de artistas asiáticos e nomes consagrados como Laure Prouvost, Tracey Emin, Leonor Fini, Antony Gormley e Ryan Gander. Ela vive há oito anos em Londres e coleciona há cinco, destacando a rapidez com que toma decisões ao se conectar com uma peça. Li também é filha de uma família do continente que, tradicionalmente, coleciona mapas.

Summer House: objetivo e funcionamento

O Summer House visa criar um espaço de encontro entre jovens colecionadores e profissionais do mercado, promovendo debates e trocas de experiências artísticas. A iniciativa segue a ideia de salons históricos, adaptada ao contexto contemporâneo de curadoria independente e redes acadêmicas.

Perspectivas e próximos passos

Li ressalta que algumas obras “conectam” com ela de forma natural e imediata, citando o exemplo de uma peça de Manuel Mathieu adquirida em 2023 durante a residência parisiense do artista, apresentada pela HdM Gallery no Art Brussels. A colecionadora mencionou ainda a participação de Mathieu na Bienal de Veneza de 2026, em In Minor Keys, como referência de evolução de seu trabalho.

Preferências de espaço e eventos

Entre as atividades, Li planeja encontros durante feiras de arte e eventos ligados à sua rede de curadores e artistas. Em Basel, por exemplo, ela indicou opções de alimentação e bebidas perto das atividades, além de mencionar uma futura participação em um café da manhã organizado pela Delfina Foundation.

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