- O artista britânico David Hockney morreu em casa no dia 11 de junho, aos 88 anos.
- A comoção veio de colegas e curadores, com tributos de artistas como Tracey Emin, Edmund de Waal, Marlene Dumas e Mark Wallinger.
- Emin descreveu Hockney como “grande artista e pessoa maravilhosa” que, com a arte, mudou a percepção da britanicidade.
- Edmund de Waal ressaltou uma série de gravuras de 1976 que dialogam com a obra de Picasso e com a poesia de Wallace Stevens, destacando a generosidade de Hockney.
- A imprensa e o meio artístico lembram Hockney como um gênio em múltiplos meios, referência para a cena britânica e mundial.
David Hockney, maestro da pintura britânica e veterano da vanguarda figurativa, morreu em casa aos 88 anos no dia 11 de junho. A notícia gerou uma onda de tributos de artistas, curadores e diretores de museus que reconhecem a influência de sua obra.
A morte encerra uma carreira marcada por experimentação em diversos suportes, da gravura à fotografia, passando pela pintura digital. Hockney foi pioneiro ao ampliar formatos e modos de representação, mantendo uma presença intensa nos circuitos culturais globais.
Pessoas ligadas ao meio artístico destacam a combinação de genialidade técnica e generosidade pedagógica do artista, que inspirou gerações de criadores com um olhar marcado pela curiosidade e pela experimentação.
Tributos de colegas e críticos
Tracey Emin afirmou que Hockney elevou o conceito de identidade britânica por meio da arte, ressaltando sua influência e o espírito de liderança. Edmund de Waal mencionou uma série de gravuras de 1976 como exemplo de sua constante experimentação.
Outros nomes, como Marlene Dumas e Mark Wallinger, destacaram a qualidade do trabalho de Hockney e sua habilidade de observar o mundo com precisão, citando ainda o impacto emocional de sua produção no público jovem de várias épocas.
Legado e próximos passos
A imprensa cultural volta a revisitar a relação de Hockney com instituições londrinas, inclusive com a National Gallery, onde a produção do artista se conectou a debates sobre arte figurativa e modernidade. A cobertura também enfatiza a atuação de galerias e museus em manter viva a memória do pintor.
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