- Misan Harriman anunciou que não buscará novo mandato e deixará a presidência do Southbank Centre no outono de 2026, após um mês de pressão ligada à divulgação de uma conspiração sobre o ataque de Golders Green.
- Ele já tinha dito que cumpriria dois mandatos; o anúncio ocorre while o centro celebra seus 75 anos.
- Críticos questionaram suas ações nas redes por suposto minimizarem o ataque antissemita; editoriais o chamaram de crasso e afirmaram que as declarações poderiam prejudicar a instituição.
- Houve apoio público de figuras como Greta Thunberg, Tracey Emin e Gary Lineker, além de parlamentares que denunciaram campanha de difamação, defendendo Harriman.
- A Southbank Centre informou que a sucessão já está em planejamento e que mais detalhes serão divulgados após a assembleia geral de julho; a organização também registrou uma queixa ao Ipso sobre a cobertura da imprensa.
Misan Harriman vai deixar o cargo de presidente do Southbank Centre no outono de 2026, após um mês de pressão causada por acusações de ter compartilhado uma conspiração sobre o ataque de Golders Green. A instituição confirmou a decisão.
Segundo comunicado, Harriman já havia informado que não buscaria um terceiro mandato e que pretendia encerrar o segundo mandato. A data exata e o processo de sucessão serão divulgados após a assembleia geral de julho.
O centro vem sob escrutínio desde que Harriman foi acusado pela imprensa de repostar conteúdo conspiratório. A controvérsia coincidiu com críticas a comentários do dirigente sobre resultados eleitorais locais.
O Southbank Centre, que completa 75 anos neste ano, não vincula a saída a críticas específicas, mas destacou que a decisão foi tomada de forma voluntária. O processo de escolha do novo presidente deverá abrir em breve.
Entre apoiadores, figuras públicas destacaram o trabalho de Harriman e o legado da instituição. Críticos questionaram a influência de plataformas digitais na liderança e reputação do centro.
A imprensa britânica reportou que houve uma campanha de apoio a Harriman, além de cartas enviadas a membros do parlamento defendendo o dirigente. O governo local também acompanhou o desenrolar do caso.
A organização informou que continuará com suas atividades e projetos programados, como expõições e festivais, mantendo o compromisso com a comunidade e com o uso de recursos públicos.
A assessoria acrescentou que o anúncio de saída foi feito em janeiro ao vice-presidente, e que a direção já trabalha na continuidade da governança. Mais detalhes serão anunciados após o próximo encontro.
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