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Met inaugura nova exposição do Costume Institute e reforça moda nos museus

Exposição Costume Art do Met coloca o vestuário como elo central entre moda e arte, em galerias recém-inauguradas Condé M. Nast

Installation view of the "Epidermal Body" section of *Costume Art* at the Metropolitan Museum of Art (until 10 January 2027)
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  • A exposição Costume Art do Met reunirá quase 400 objetos de todas as áreas de acervo, apresentando corpos vestidos por meio de várias typologias corporais, como o Corpo Clássico, o Corpo Envelhecido e o Corpo Nu.
  • A mostra inaugura as novas Condu? de Condé M. Nast Galleries, projetadas pelo escritório Peterson Rich Office, com espaço de cerca de 12 mil pés quadrados ao lado do Great Hall.
  • O foco não é apenas moda ou roupas para palco, mas a relação entre arte e vestuário, colocando a veste como lente para ver outras formas de arte.
  • O projeto reúne peças de estilistas como Dior, Chanel, Alexander McQueen e Schiaparelli ao lado de obras de arte de mestres como Dürer, van Gogh, Picasso e Warhol, além de itens antigos e objetos decorativos.
  • A curadoria enfatiza a mudança de percepção sobre moda na arte: a partir de debates sobre se moda é arte, há valorização da expressividade conceitual do vestuário e de sua leitura através da arte.

O Metropolitan Museum of Art estreia a exposição Costume Art, com quase 400 objetos que vão de vestidos a armaduras gregas e cerâmicas. A mostra reforça a ideia de que o corpo vestido é a forma artística que conecta as áreas de coleção do museu.

A curadoria, liderada por Andrew Bolton, em parceria com Stephanie Kramer e Ayaka Iida, apresenta peças de diversas culturas ao longo de mais de 5 mil anos. A exposição inaugura as novas Condé M. Nast Galleries.

As galerias, projetadas pelo estúdio PRO, ficam adjacentes ao Grande Salão e ocupam quase 12 mil pés quadrados. O espaço demonstra, de forma marcante, a centralidade do vestuário na instituição.

Costume Art não é apenas sobre moda ou figurino. O conceito organiza objetos por typologias de corpo, como o Corpo Clássico, o Corpo Envelhecido e o Corpo Nu, conectando arte fina e decorativa.

A ideia é ampliar a leitura de moda como prática artística, não apenas como moda passageira. O museu destaca que o vestuário pode oferecer leitura crítica sobre história, cultura e identidade.

Entre as peças, a mostra reúne nomes como Dior, Chanel, Alexander McQueen e Schiaparelli, ao lado de obras de Dürer, Van Gogh, Picasso e Warhol. A curadoria busca diálogos entre arte e moda.

Desenhos, gravuras, peças antigas e vestidos contemporâneos são apresentados em layouts que privilegiam leitura cruzada. A exposição utiliza iluminação controlada para preservar itens sensíveis ao brilho.

A iniciativa também abre espaço para o conceito de perenidade nas galerias, com componentes que serão usados de forma rotativa. A curadoria planeja que outras áreas do museu utilizem o espaço ao longo do tempo.

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