- San Giacomo, ilha-laguna comprada por Patrizia Sandretto Re Rebaudengo em 2018, abriu ao público com duas exposições temporárias e obras site-specific, incluindo uma igreja inclinada.
- A mostra principal inclui a curadoria de Hans Ulrich Obrist e uma exposição solo de Matt Copson, em um dos antigos depósitos de munições convertidos em espaços expositivos.
- Também há seleções da coleção Sandretto, com obras de Michael Armitage, Sarah Lucas, Victor Man e Lynette Yiadom-Boakye.
- Obras externas destacam trabalhos como Old Tree (Pink Seas) de Pamela Rosenkranz, Patriarchy = CO2 de Claire Fontaine e Huff and a Puff de Hugh Hayden; Gonogo de Goshka Macuga completa o conjunto.
- O acesso é gratuito, com visitas durante a Bienal ou por visitas guiadas, e há planos para uma parada da linha de vaporetto 12 em San Giacomo. A ilha utiliza energia renovável via a empresa da família, Asja.
Patrizia Sandretto Re Rebaudengo abriu nesta semana o ilha de San Giacomo, na lagoa de Veneza, como espaço de arte, criação e sustentabilidade, após o adiamento causado pela forte chuva que atingiu a cidade durante a alta temporada da Bienal.
A inauguração incluiu duas exposições temporárias e obras site-specific, entre elas uma igreja inclinada. O espaço exibe também trabalhos da própria coleção Sandretto, com artistas como Michael Armitage, Sarah Lucas, Victor Man e Lynette Yiadom-Boakye.
Hans Ulrich Obrist, curador de longa data, organizou a mostra solo de Matt Copson, apresentada em um dos armazéns de munições convertidos em espaços expositivos. A programação externa inclui obras de Pamela Rosenkranz e Claire Fontaine, além de peças de Hugh Hayden.
Ao lado, está instalado o projeto de Goshka Macuga, Gonogo, uma silhueta de foguete prateado que sugere movimento. No dia da prévia, esculturas em formato de pipas com olhos flutuaram sobre o público, compondo a ambientação musical criada por Oliver Leith.
O local funciona como a terceira casa permanente da fundação Sandretto, ligada à sede de Turim e ao Palazzo Re Rebaudengo, em Piedmont. A ilha tem história que remonta a mais de mil anos, com usos diversos ao longo do tempo.
A obra de sustentabilidade inclui a participação da empresa Asja, de Agostino Sandretto, especializada em energia renovável, que integra o projeto. O San Giacomo busca fortalecer a relação entre biomuseologia e conservação, segundo a fundação.
Acesso às exposições é gratuito, inicialmente durante a Bienal ou mediante visitas guiadas. Há planos para incluir uma parada no vaporetto da linha 12 para facilitar a visita pública.
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