- O trabalho de desmontagem da Vaillancourt Fountain teve início em 4 de maio, após a corte de apelação negar o pedido para interromper a remoção.
- Durante o corte com tocha, detritos dentro das tubulações acenderam-se; a equipe apagou o fogo com água e não houve dano significativo.
- Em visita a 6 de maio, trabalhadores pareciam sem máscaras ou Equipamentos de Proteção Individual, e não havia sinalização de materiais perigosos para o público.
- A San Francisco Recreation and Park Department afirmou que o amianto está encapsulado e que os trabalhadores não estão perturbando-o, mas não explicou o que “encapsulado” significa nem se houve orientação ou permissão.
- O grupo Friends of the Plaza contesta a ausência de aviso ao público e de licença adequada, questionando a exposição a materiais perigosos enquanto a cidade mantém a remoção por motivos de segurança e discute o futuro do VAillancourt e da Embarcadero Plaza.
O processo de desmontagem da Fonte Vaillancourt, em San Francisco, começou sob tensão e teve um início marcado por fogo acidental durante o corte de componentes metálicos. Equipes de construção acionaram água para conter as chamas, sem que danos significativos fossem registrados. A operação envolve tubos de aço soldados formam a estrutura Brutalist.
A remoção, iniciada em 4 de maio, ocorreu após o tribunal de apelação estadual negar um pedido para suspender o desmonte. A prefeitura afirma que a obra é necessária por questões de segurança e pela deterioração da instalação. Questionamentos sobre exposição a materiais perigosos também foram levantados.
As críticas cresceram, principalmente por parte da associação Friends of the Plaza, que sustenta falta de autorização de operações com possíveis resíduos de amianto e chumbo, além de questionar a falta de avisos ao público. A entidade aponta que o local não teria ambientes de proteção adequados para trabalhadores e visitantes.
Contorno institucional e próximos passos
Relacionamentos entre a cidade, a empresa responsável pela obra e o grupo ativista permanecem tensos. A prefeitura informou que o enchimento de asbestos estaria encapsulado e que não haveria distúrbios do material, mas não detalhou o que isso significa na prática nem se houve orientação para licenças ou avisos públicos.
A decisão administrativa de desmontar o conjunto veio após avaliação de que o espaço Embarcadero Plaza necessita de requalificação. A cidade também destacou que o custo total do processo inclui a retirada, armazenamento por três anos e estudos para avaliação histórica do patrimônio.
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