- Em meio à guerra, o Irã sofre danos significativos a sites históricos por bombardeios de Israel e dos Estados Unidos.
- O Palácio Golestaneh, em Teerã, teve danos concentrados na Sala do Trono de Mármore, com deterioração das decorações em espelharia e dourados.
- O Palácio Chehel Sotoun sofreu danos graves, incluindo partes do teto, caixilhos de madeira e murais do salão central com fissuras.
- O Palácio Ali Qapu, na praça central de Isfahan, também foi afetado, em meio a danos na área de acesso ao palácio e no entorno histórico.
- Além disso, houve o ataque a uma escola feminina em Minab, no sul do Irã, que deixou pelo menos cento e sessenta e oito mortos.
Dois a três parágrafos de texto inicial:
O conflito em curso atingiu seriamente o patrimônio cultural do Irã. Relatórios indicam danos a sítios históricos de grande valor, com impactos visíveis em estruturas e artes decorativas. Além disso, uma tragédia humanitária ocorreu com a morte de civis em Minab.
O alerta internacional se mantém: a preservação de museus, palácios e paredes artísticas exige resposta rápida. Analistas destacam que a recuperação requer planejamento, recursos e cooperação entre governos, comunidades locais e especialistas em restauração.
Danos aos palácios de Isfahan e Teerã
O Palácio Golestan, em Teerã, sofreu danos na seção Ayvan-e Takht-e Marmar, parte central de cerimônias reais. A área combina espelhos e ouro, usada para receber dignitários. Atingida, a sala perde parte de sua ornamentação histórica.
O Chehel Sotoun, em Isfahan, registra impactos severos. Partes do forro de madeira e das superfícies decorativas desabaram ou foram danificadas por estilhaços de explosões próximas. Murais do salão de recepções mostram rachaduras relevantes.
Ali Qapu, também em Isfahan, apresenta danos relevantes. O conjunto de cinco andares fica diante de Maydan-e Naqsh-e Jahan, área pública de grande circulação. A estrutura abriga elementos museológicos e vistas para a praça.
Histórico de preservação e próximos passos
A preservação do patrimônio iraniano tem raízes históricas promovidas pela Sociedade do Patrimônio Nacional. Técnicos locais, artesãos e instituições públicas resistem a interrupções políticas para manter a conservação.
Ao longo de décadas, profissionais colaboraram com pesquisadores estrangeiros para registrar e restaurar monumentos, incluindo a Mesquita do Grande Isfahan, patrimônio da UNESCO. A continuidade do esforço depende de recursos e proteção.
Quem busca reconstruir o patrimônio iraniano precisa de planos estruturados e apoio internacional. A continuidade da restauração envolve técnicos, materiais adequados e financiamento estável para as intervenções.
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