- A amiga Bea levou a autora para aulas de pole dance; a primeira experiência foi dolorosa e com tonturas, e ela não teve muito jeito no começo.
- Em 2025, após o fim de um relacionamento de dez anos, ela procura novas atividades e faz uma aula de pole com foco em autoconfiança; a segunda aula, em Sydney, foi mais acolhedora e bem-humorada com a instrutora Luci, levando-a a se matricular em um curso de 10 semanas.
- A prática trouxe estrutura durante o período de heartbreak, com domingos dedicados a uma rotina semanal de aula e um syllabus a seguir.
- Nove meses depois, ela faz duas a três aulas por semana, criou o “polegress” no Instagram para acompanhar o progresso e já consegue performances com maior durabilidade e confiança.
- Embora tenha sofrido lesões leves no início, a experiência intensificou o respeito pela modalidade e pela comunidade dos estúdios de pole, que tendem a ser espaços de apoio; ela passou a recrutar novos membros.
Durante 2023, a autora acompanha a amiga Bea a uma aula de pole dance e, curiosamente, é convidada a experimentar. A primeira impressão foi de ambiente comercial e de desconforto físico, com o atrito do metal na pele e tontura ao girar no poste. Ela admite não ter ido bem no começo.
Apesar das dificuldades, a experiência rendia reflexão sobre autoestima. A irmã mais tarde a acompanhou na jornada, e a autora decidiu retornar, buscando entender o que poderia melhorar na prática para além da primeira impressão.
Um novo caminho no ano seguinte
Em 2025, após o fim de um relacionamento de longa data, a autora procurou atividades novas para recuperar a confiança. Inspirada por um show de burlesco, passou a tentar aulas de striptease; ao chegar à academia de pole em Sydney, descobriu que o termo não estava mais em uso, e fez uma aula-teste de pole por A$15.
A segunda aula foi significativamente diferente: iluminação natural, ambiente mais acolhedor e Luci, a proprietária e instrutora, a recebeu com descontração. A aluna ficou sozinha na aula, aprendeu passos básicos e formou uma pequena rotina sob os aplausos da “hype girl” que a acompanhava.
Estruturas, metas e evolução
Ao término da sessão, a participante sentiu orgulho de ter dado uma segunda chance ao polo. Mesmo com dor e tontura presentes, a experiência despertou interesse em continuar, levando-a a se inscrever em um curso introdutório de 10 semanas no dia seguinte.
Entre os meses seguintes, a prática passou a estruturar os domingos da rotina, com aulas semanais, conteúdo didático e um espaço para simplesmente chegar e treinar. A periodicidade aumentou, e o tempo dedicado ao polo cresceu.
Progresso, lesões e comunidade
Nove meses depois, o ritmo chegou a duas ou três aulas por semana, com registro online de evolução em uma conta dedicada, o chamado “polegress”. A participante descreve avanços como passar de dores a movimentos mais estáveis e prolongados.
A curva de aprendizado incluiu invertidos e exercícios, com prática aérea e apoio de montagens de ombro. Contudo, não houve ausência de contratempos: houve lesões leves no início, exigindo ajuste de treino e fisioterapia específica para o pescoço e a escápula.
Contribuição e visão sobre o esporte
O polo passou a representar mais do que atividade física: tornou-se ferramenta de paciência e autoconhecimento, segundo a autora. O esporte é visto como um espaço comunitário, com encorajamento frequente e celebrações compartilhadas entre alunos.
A autora reforça o apelo de que o polo pode ser uma prática autônoma e transformadora, sem depender de motivação externa. Hoje, ela continua treinando e planeja incentivar outras pessoas a se juntarem à modalidade.
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