- Christophe Leribault, de 62 anos, foi escolhido por o presidente Emmanuel Macron para assumir a direção do Louvre, deixando o Palácio de Versailles.
- Ele sucede Laurence des Cars, que entregou o cargo após críticas intensas desde o roubo em outubro, avaliado em cerca de US$ 102 milhões; as joias permanecem desaparecidas.
- O ministério da Cultura disse que Leribault priorizará fortalecer a segurança do prédio, das coleções e das pessoas, além de restabelecer a confiança e promover transformações no museu.
- O Louvre enfrenta greves por salários e condições de trabalho, além de problemas como infiltrações e suspeita de esquema de venda de ingressos que, segundo promotoria, desviou mais de € dez milhões ao longo de uma década.
- Auditorias apontaram lentidão na implementação de equipamentos de segurança: em 2024 apenas 39% das salas tinham câmeras de vigilância; o museu recebeu críticas de que seria um “estado dentro de um estado” e de falhas sistêmicas.
O presidente Emmanuel Macron nomeou Christophe Leribault como novo chefe do Louvre, após o museu enfrentar crise com o roubo de joias e greves de funcionários. Leribault substituirá Laurence des Cars, que pediu demissão nesta semana. A mudança visa dar impulso a projetos de segurança e modernização.
Leribault, 62 anos, é historiador da arte especializado no século XVIII. Ele já dirigiu o Musée d’Orsay e o Musée de l’Orangerie, em Paris, e assumiu o Versailles em 2024. Anteriormente, atuou como adjunto da direção do setor de artes gráficas do Louvre entre 2006 e 2012.
Contexto e Desafios
Greves por salários e condições de trabalho interromperam o Louvre desde dezembro. Vazamentos d’água e suspeitas de fraude em ingressos também pesaram sobre o museu. Estima-se que mais de €10 milhões teriam sido desviados ao longo de uma década.
Relatos indicam déficits de segurança estrutural no museu, com apenas 39% das salas com CCTV em 2024. O Louvre recebeu mais de 8,7 milhões de visitantes no ano anterior, tornando-se o museu mais visitado do mundo.
Liderança e Metas
A saída de Des Cars ocorreu em meio a críticas intensas após o furto de joias avaliadas em cerca de US$ 102 milhões, revelando falhas de segurança. O ministério da Cultura afirmou que Leribault priorizará fortalecer a segurança, a confiança e as transformações necessárias para o museu.
Continuidade e Planejamento
O governo destacou a necessidade de manter calma e imprimir uma nova impulso nos projetos de segurança e modernização. Leribault deixará o cargo em Versailles para assumir o Louvre e contará com o apoio de todas as equipes para recalibrar a gestão.
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