- Monjes percorrem 2.300 milhas, de Fort Worth, no Texas, até Washington, DC, em uma peregrinação pela paz, caminhando cerca de vinte milhas por dia e com uma única refeição diária.
- O objetivo é praticar a gentileza amorosa, uma forma de presença que funciona como resistência não violenta, buscando encorajar união e tranquilidade.
- Enfrentaram dificuldades, incluindo uma colisão em território texano que resultou na amputação de uma das pernas de um monge, além do frio intenso.
- Em High Point, Carolina do Norte, milhares de pessoas acompanharam a passagem dos monges, que chegaram a ser anunciados como previstos entre as 10h e 11h; houve também pressão da polícia para manter todos na calçada.
- A mensagem difundida pelos monges é de unidade, compaixão e cura para a nação, enquanto algumas pessoas aproveitaram para comprar itens de divulgação, como camisetas com a imagem dos monges.
A viagem dos monges por paz percorre 2.300 milhas, partindo de um templo em Fort Worth, Texas, até Washington DC. Em nine estados, eles caminham cerca de 20 milhas por dia, com uma refeição diária, promovendo a prática da bondade amorosa. O objetivo é mostrar paz mais pelo exemplo do que por confrontos.
A jornada é descrita como uma meditação em movimento, buscando inspirar tranquilidade pública. Enfrentaram um acidente de trânsito no Texas que resultou na amputação de uma perna de um monge. Também enfrentam o frio intenso que acompanha a região, além da fadiga de trilhar longas distâncias.
O repórter concorda que atos simples, repetidos, podem fazer diferença no longo prazo. A mensagem central é de presença, união e compaixão, visando transformar comunidades e o país sem recorrer a protestos.
Percurso e desafios
Dirigindo da região das Blue Ridge, o autor chegou a High Point, na Carolina do Norte, para acompanhar a passagem de cerca de 20 monges. Milhares de pessoas formaram um corredor de ruas para acompanhar o deslocamento silencioso.
O público local incluiu curiosos com visibly itens de apoio, como cadeiras de praia, mantas e lanches. Estudantes, trabalhadores e famílias observaram a passagem, buscando a mensagem de unidade e cura para a nação.
Durante o itinerário, os monges distribuíram flores aos presentes, enfatizando a ideia de multiplicar a alegria ao compartilhar. A ausência de ruídos e a postura serena marcaram o momento de encontro com a comunidade.
Participação pública e agenda
À tarde, milhares se reuniram em um estádio próximo para ouvir os monges em entrevista pública. Os organizadores associam a visita a um apelo para o reconhecimento de Vesak como feriado federal, destacando valores de compaixão e união.
Quem acompanhou relembrou que muitos assistiam aos monitores ou usavam a presença dos monges para refletir sobre paz e solidariedade. O testemunho enfatizou que o momento foi vivido com calma e foco no presente.
Ao final da passagem, o autor ressaltou que cinco minutos de gentileza podem soar pequenos frente a contextos mais amplos, mas que ajudam a fortalecer a convivência em comunidade. A experiência permanece como referência de tranquilidade cotidiana.
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