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Centro de Artes Contemporâneas de Glasgow fecha definitivamente

Centro de Artes Contemporâneas de Glasgow encerra atividades e entra em liquidação após Creative Scotland interromper financiamento, com 39 funcionários demitidos

CCA, Sauchiehall Street
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  • O Glasgow’s Centre for Contemporary Arts (CCA) encerrou suas atividades com efeito imediato, entrando em liquidação e desligando 39 funcionários.
  • A decisão ocorreu após a Creative Scotland suspender pagamentos de financiamento, ressaltando que não consegue demonstrar viabilidade contínua.
  • O centro recebia, desde janeiro de 2025, três anos de financiamento total de £ 3,4 milhões, mas enfrenta dificuldades administrativas e operacionais persistentes.
  • O edifício é propriedade da Creative Scotland, que o arrendava ao CCA por £ 1 por ano.
  • A diretora de programa enfatizou que a saída reflete problemas sistêmicos mais amplos, não falhas da equipe, e que há abertura para novas formas de uso do espaço no futuro.

Glasgow’s Centre for Contemporary Arts (CCA) anunciou o fechamento com efeito imediato, entrando em liquidação e cancelando todos os programas. A equipe, composta por 39 funcionários, fica sem emprego. A decisão foi comunicada após a Creative Scotland confirmar a suspensão de pagamentos adicionais de financiamento.

Annie Hazelwood, gerente de programa do CCA, descreveu o fechamento como doloroso e um momento de perda para a comunidade cultural de Glasgow. O anúncio aponta que a viabilidade financeira não pode mais ser demonstrada, levando à liquidação da instituição.

Situação financeira e histórico

A Creative Scotland detém o prédio e o aluga ao CCA por £1 ao ano, tendo suspenso os pagamentos devido à impossibilidade de manter a viabilidade. Em janeiro de 2025, o CCA havia recebido três anos de financiamento no valor de 3,4 milhões de libras.

O centro já enfrentou dificuldades: após um incêndio em 2018, houve fechamento temporário, seguido pela pandemia de Covid-19 e resgates administrativos. Em 2024, houve novo episódio envolvendo protestos que resultaram em mudanças na gestão e no staff.

Possíveis desdobramentos

Hazelwood afirmou que o bem-estar da equipe continua como prioridade e que a gestão do prédio pode ganhar novas formas no futuro, com a participação de comunidades e artistas. A Creative Scotland informou que explorará opções junto a parceiros para a reabertura do espaço como recurso cultural.

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