- Finlândia: derreter ferraduras de estanho para tentar prever o futuro, com formas que lembram amor, sucesso ou dificuldades; prática relacionada à pareidolia; em 2018 houve restrição do uso por risco de chumbo, recomendando-se usar cera ou açúcar.
- Dinamarca: quebrar louça na porta de amigos na virada para desejar boa sorte e afastar infortúnios, após um rápido brinde à meia-noite.
- África do Sul (Joanesburgo): defenestração de mobília velha pela janela para abrir espaço para o novo, prática que enfrenta críticas e riscos, incluindo possíveis danos e crimes.
- Equador (Guayaquil): queima de monigotes gigantes que simbolizam as dificuldades passadas, numa tradição que envolve festivais e concursos para eleger os melhores bonecos.
- Escócia (Stonehaven): desfile de bolas de fogo e fogo-pirotecnia nas ruas, com apresentação que envolve malabaristas e movimenta a celebração há cerca de 170 anos.
Resumos do réveillon ao redor do mundo trazem tradições variadas para marcar a passagem de ano. Entre costumes inusitados e festividades locais, as práticas refletem culturas distintas, com impactos potenciais de segurança.
Na Finlândia, o ritual envolve derreter ferraduras de estanho para prever o futuro. O metal líquido é jogado na água para solidificar e formar figuras com significado. Interpretações vão desde amor até prosperidade, mas autoridades alertam para riscos tóxicos do chumbo liberado pelo estanho quente.
Na Dinamarca, a virada é marcada por quebrar louças na porta de amigos. O gesto simboliza o afastamento de infortúnios e a atração de boa sorte. O costume ocorre após o aumento de celebrações à meia-noite e é visto como demonstração de afeto.
Na África do Sul, especialmente em Joanesburgo, há prática de defenestração de móveis velhos pela janela. Objetivo é abrir espaço para um novo ciclo. No entanto, o ato envolve riscos de lesões e de danos materiais, com custo elevado de substituição de eletrodomésticos.
No Equador, o fogo é utilizado para queimar monigotes que representam dificuldades passadas. Os bonecos, chamados de Anõs Viejos, desfilam em festivais antes de serem incendiados à virada. A tradição remonta a práticas de purificação cultural iniciadas no século XIX.
Na Escócia, a cidade de Stonehaven fica famosa por um desfile de bolas de fogo. Milhares de toras inflamadas criam um espetáculo de pirotecnia que atrai visitantes há mais de 170 anos. A festividade envolve equipes de malabaristas e projeções de fogo pela noite.
No Chile, em Talca, celebra-se a virada ao lado de túmulos. Famílias visitam o cemitério para o Ano Novo junto aos entes queridos. A prática, que ganhou formalização em 1998, ocorre em cemitérios abertos durante a virada.
Essas tradições ilustram a diversidade de celebrações de fim de ano pelo mundo. Em cada caso, autoridades recomendam cautela e o respeito às leis locais para evitar incidentes. Fontes consultadas destacam a variedade de significados por trás de cada prática.
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