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Anfiteatro multinível de Anselm Kiefer é inaugurado no Mona, Tasmânia

Elektra, anfiteatro de Anselm Kiefer, abre na Mona, em Tasmânia, tornando o museu a segunda instalação permanente do artista, com orçamento superior a AUS$ 100 milhões

Elektra (detail), 2025, Anselm Kiefer
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  • A mostra Elektra, um anfiteatro de concreto de Anselm Kiefer, foi inaugurada em 19 de dezembro no Mona, em Tasmânia, Austrália.
  • O orçamento da expansão superou AUS$ 100 milhões, segundo o colecionador David Walsh, proprietário do museu.
  • Com a abertura, Elektra se torna a segunda instalação permanente de Kiefer no Mona, ao lado de Sternenfall.
  • A construção durou quatro anos e envolveu mudanças de escopo e a incorporação de novas ideias e obras.
  • A notícia também cita que o Mona não confirmou, no momento, informações sobre a revista biblioteca, que aguarda novidades futuras.

A Mona, museu de arte contemporânea em Hobart, Tasmani, abriu nesta sexta-feira a extensão Elektra, um anfiteatro de concreto de Anselm Kiefer. A inauguração ocorreu no dia 19 de dezembro, com apresentação de dança e música. O projeto, orçado em mais de AUS$ 100 milhões, foi criado para abrigar a obra Elektra e ampliar a coleção permanente de Kiefer.

David Walsh, empresário e dono da Mona, anunciou a abertura no blog do museu. A cerimônia contou com a participação de Kiefer, de 80 anos, ao lado da esposa Kirsha Kaechele, artista e curadora, além de bailarinos e músicos convidados. A obra Elektra torna Mona a segunda instalação permanente de Kiefer na instituição.

A construção durou quatro anos e enfrentou o que o comerciante descreve como “scope creep”, com adesão de novas ideias ao projeto original. A obra associada ao anfiteatro amplia a presença de Kiefer na coleção do museu, que já inclui Sternenfall/ The Breaking of the Vessels (2007).

Detalhes da inauguração

Antes da abertura oficial, Walsh, Kiefer e Kaechele participaram de um evento restrito para apresentar Elektra, com apresentação de dança de Juliet Burnett e Cecilia Martin, acompanhadas por Nick Tsiavos e Deborah Kayser. A ação marca a reconfirmação do papel da Mona como espaço de experimentação.

Contexto da instituição

Elektra expande as instalações dedicadas a artistas internacionais na Mona, que já abriga obras de Ai Weiwei, Alfredo Jaar, Wim Delvoye e Charles Ross. A extensão se baseia em referências do ateliê La Ribaute, na França, onde Kiefer realizou estudos para a produção.

O anúncio também mencionou planos para a futura revitalização da biblioteca da Mona, porém, segundo a instituição, não houve atualização no momento. A Mona abriu em 2011 e já tem outras expansões, entre elas Pharos, inaugurada em 2017.

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