- Nattan comenta a repercussão do documentário Tempo Para Amar de Rafa Kalimann e fala sobre a paternidade de Zuza, primeira filha do casal.
- O cantor diz que a produção mostra uma maternidade real e reconhece que poderia ter sido mais presente após o nascimento da filha.
- Ele relata inseguranças durante a adaptação à paternidade e admite a ausência de referências paternas para perguntar como agir.
- Nattan revela que descobriu, em 2021, que o pai biológico dele nem sabia da existência dele, o que influenciou seu amadurecimento.
- Mesmo diante de críticas, o artista apoia Rafa Kalimann e ressalta a mensagem do documentário sobre a vida real de mães e famílias, além de afirmar que, se tivesse outro filho, agiria de forma diferente.
Nattan comenta a repercussão do documentário de Rafa Kalimann e a maternidade real vivida pela filha Zuza, primeira filha do casal. Em entrevista à Quem, o cantor revela ter percebido que poderia ter sido mais presente após o nascimento e diz que a produção busca retratar uma experiência comum a muitas famílias.
O artista explica que o documentário foca em Rafaella, mas o envolvimento dele é constante como pai. Segundo ele, o objetivo é mostrar uma maternidade autêntica, com momentos de dúvida, dor física ao amamentar e inseguranças comuns a mães de primeira viagem.
Ele também relembra a própria trajetória, marcada pela ausência de referência paterna, o que influenciou seu amadurecimento. Nattan afirma que enfrentar dificuldades ao longo da vida ajudou a entender melhor o papel familiar e a reconhecer que muitos casais passam por situações parecidas.
A agenda de shows do cantor, porém, impactou a convivência com a parceira durante o período retratado. Ele descreve dias em que retornava exausto, buscando apenas descansar, enquanto Rafaela lidava com a rotina em casa, o que gerava tensões e a necessidade de comunicação mais clara.
Ao olhar para trás, Nattan admite que faria escolhas diferentes, especialmente no tempo em casa. Ele afirma ter participado do documentário para compartilhar sua experiência como pai de primeira viagem e admite que poderia ter estado mais presente, oferecendo apoio de outra forma.
Apesar das críticas recebidas, o artista reforça o apoio à companheira e defende a mensagem da produção. Ele ressalta que a obra expõe uma realidade vivida por muitas mães e que a intenção é inspirar outras famílias a refletirem sobre seus próprios caminhos, sem juízos ou amarras.
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