- Amanda Seyfried disse que precisou contratar um segurança particular após criticar Charlie Kirk, o que a fez temer pela própria segurança.
- Ela contou à British GQ que chamou Kirk de “hateful” após o assassinato dele em um evento na Utah Valley University, durante a American Comeback Tour.
- A atriz afirmou ter o direito de expressar seus sentimentos, mas revelou ter enfrentado reação intensa e represálias públicas, chegando a ficar com segurança em aeroporto.
- Kirk morreu após ser baleado no palco de um evento universitário; ele tinha 31 anos.
- Seyfried não pretende pedir desculpas pelas próprias palavras e diz que o país vive o luto por mortes sem sentido, defendendo que as pessoas possam se expressar desde que não causem danos.
Amanda Seyfried afirma ter contratado segurança particular após críticas a Charlie Kirk. Em entrevista à British GQ publicada nesta semana, a atriz comentou o episódio envolvendo suas declarações sobre o ativista conservador. O recorte ocorreu após a morte de Kirk, atingido durante uma apresentação na Utah Valley University, no último outono.
A atriz, conhecida por Mean Girls, afirmou que é permitido expressar sentimentos, desde que não seja injusto. Diante da repercussão, afirmou ter recebido respostas de ataques e de ódio, o que a levou a temer pela própria segurança. Em tom firme, ela diz que prefere manter sua posição sem apologias.
Segundo Seyfried, a reação ao comentário gerou uma pressão excessiva e medo de repreensão, o que a levou a buscar proteção. Ela contou ter acabado de encontrar um segurança particular no aeroporto, descrevendo a situação como surreal.
Kirk, de 31 anos, foi morto após ser baleado no palco durante uma turnê de retorno nos Estados Unidos, em Utah. A morte gerou repercussão ampla sobre violência e discurso público. A atriz reforçou que deseja que seus filhos possam expressar opiniões com responsabilidade, sem ferir terceiros.
Em entrevista anterior, Seyfried também declarou não ter pedido desculpas publicamente pelo comentário. Ela afirmou que baseou a crítica em fatos e declarações públicas, mantendo o direito de expressar uma opinião.
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