- O chef José Andrés afirmou que Meghan Markle e Prince Harry costumam ligar ou enviar mensagens para saber como ajudar em desastres, sem chamar atenção.
- A dupla já apoiou a organização World Central Kitchen em parceria com Archewell Philanthropies desde 2020, ajudando pessoas carentes.
- Segundo Andrés, os duques estão sempre se preocupando com o que acontece no mundo e agem por realmente se importar.
- O chef elogiou o esforço deles para manter uma vida “normal” mesmo sob os olhos do público, mantendo a cozinha como ponto de encontro da família.
- Também mencionou a visita de Harry à Ucrânia, destacando o apoio aos que ajudam feridos e veteranos, e ressaltou a relação próxima e cotidiana com o casal.
O chef José Andrés revelou detalhes sobre a atuação voluntária de Prince Harry e Meghan Markle. Segundo Andrés, o casal está sempre pronto para ajudar, mesmo nos bastidores, quando surgem desastres ou crises.
A parceria entre World Central Kitchen, a ONG do chef, e a Archewell Philanthropies dos duques já existia desde 2020. O objetivo é apoiar pessoas em necessidade em várias partes do mundo, com atuação prática e rápida.
Andrés contou a People que Meghan e Harry costumam ligar ou mandar mensagens para saber como ajudar, sem alarde, em momentos críticos. Em seus relatos, a interação ocorre com frequência e discrição.
O chef ressaltou ainda que o casal se envolve por preocupação real com questões globais, não por obrigação. Eles escolhem atuar porque se importam com o impacto social de suas ações.
Aos olhos de Andrés, Meghan e Harry mantêm uma vida relativamente normal mesmo sob os holofotes. Ele destacou que eles participam ativamente de iniciativas mesmo quando ninguém observa.
Quando não colaboram em desastres, o chef destacou a relação amistosa com o casal. Andrés afirma que a dupla transforma a cozinha em espaço de encontro, mantendo o senso de vida comum.
Parcerias e ações públicas
Além de atividades filantrópicas, Andrés lembrou a visita de Harry à Ucrânia em abril, para apoiar quem trabalha na assistência a feridos e veteranos. O gesto é visto como sinal de engajamento internacional.
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