- Cleo Pires revelou ter começado a fazer terapia aos 17 anos para lidar com questões emocionais.
- A decisão surgiu após a sugestão de um amigo da escola, e ela temia que os pais não aprovassem.
- Os pais, Gloria Pires e Fábio Jr., inicialmente resistiram à ideia de tratamento psicológico.
- Ela chegou a querer trabalhar para pagar a terapia e manter o acompanhamento.
- Com o tempo, os pais perceberam os benefícios e hoje toda a família faz terapia.
Cleo Pires revelou, em entrevista à Revista Quem, que iniciou terapia aos 17 anos, decisão que, segundo ela, mudou sua vida e ajudou a lidar com questões emocionais desde a infância. Aos 43, a atriz retomou destaque após retornar à televisão em Coração Acelerado, no papel de Alana, após oito anos longe das novelas.
A artista afirmou que desde a adolescência já sentia dificuldades em organizar sentimentos e pensamentos. Ela relatou que, na época, temia não ser compreendida e acreditava que os conflitos eram maiores do que realmente eram. A terapia surgiu após uma sugestão de um amigo da escola.
Inicialmente, Cleo temeu a reação dos pais, por serem figuras públicas. Em conversas, o amigo propôs conhecer a terapeuta da escola; Cleo fez uma sessão, gostou e decidiu seguir o tratamento, mesmo sem ter certeza de apoio financeiro da família.
Resistência inicial e apoio que mudou
Ela contou que os pais, Gloria Pires e Fábio Jr., tinham uma postura favorável ao diálogo, mas não aprovaram de imediato a ideia de iniciar a terapia. A atriz explicou que a geração deles influenciou a reception inicial.
Com o tempo, a percepção sobre os benefícios da terapia mudou. Cleo recebeu apoio financeiro do pai e observou que outros membros da família passaram a entender a importância do tratamento. Hoje, segundo a atriz, todos já recorrem à terapia.
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