- Tony Hinchcliffe chamou Chelsea Handler de “c…”, em resposta às críticas dela sobre jokes racistas em roast de Kevin Hart no Netflix.
- Ele afirmou que notícias sobre o episódio não refletem o que aconteceu e que é preciso ver a performance completa para entender.
- Hinchcliffe disse que Handler “não foi bem tratada pelos escritores” do roast e que ela “venha atacando” nele.
- Handler havia chamado Hinchcliffe e Shane Gillis de racistas e bigots durante o podcast Deon Cole’s Funny Knowing You, afastando críticas aos risos do público.
- Kevin Hart defendeu os colegas, dizendo que o público do roast entende o tom das piadas raciais e que parte das piadas foi escrita com objetivo humorístico, embora reconheça que algumas piadas possam ter passado dos limites.
Tony Hinchcliffe voltou a se posicionar sobre as repercussões do roast de Kevin Hart, criticando Chelsea Handler durante o podcast Kill Tony. O comediante afirmou que as discussões sobre a performance dele na Netflix não refletem o que ocorreu de fato, pedindo que o público assista ao conteúdo para tirar suas próprias conclusões. Ele minimizou a influência das notícias sobre o episódio.
Hinchcliffe afirmou que Handler o atacou repetidamente no show, sugerindo que os roteiristas do roast não teriam dado a devida justiça aos argumentos da apresentadora. O apresentador descreveu a troca de farpas como provocadora e afirmou que houve provocações contínuas durante a apresentação.
Ele relembrou incidentes durante o set em que, segundo ele, houve falha do teleprompter, o que ele interpretou como oportunidade para responder aos cortes de Chelsea Handler. O comediante também mencionou que, no momento de reação, houve tom agressivo em suas falas.
Reações e o alvo do debate
Chelsea Handler, 51 anos, criticou Hinchcliffe e Shane Gillis em uma entrevista recente, chamando-os de racistas e intolerantes, o que intensificou a troca de acusações entre os envolvidos. A discussão ganhou ainda contornos ao abordar piadas sobre eventos sensíveis.
Kevin Hart, que estrelou o roast, defende o humor racial presente no espetáculo, afirmando que a audiência compreende o formato e o contexto dos roasts. Hart indicou que a brincadeira faz parte do tom observado na transmissão para entretenimento do público.
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