- Stephen Colbert lançou um canal no YouTube no fim de semana, que já soma mais de 120 mil inscritos.
- O vídeo de estreia, intitulado “Only In Monroe — May 22, 2026”, mostra o comediante na Monroe Community Media, em Monroe, Michigan.
- Nele, Colbert comenta ter ficado “excruciadamente” sem TV por cerca de 23 horas e faz piada sobre a possível aquisição da Paramount pelo grupo de Larry e David Ellison.
- o lançamento acontece em meio à controvérsia sobre o fim do The Late Show e à fusão entre Paramount e Skydance, que já enfrentou atrasos e ações judiciais.
- a CBS informou que o episódio foi financiado e produzido pela CBS Studios em parceria com Monroe Community Media e os canais do The Late Show, e que adotará uma moratória temporária de algumas reivindicações de direitos autorais sobre conteúdos repostados.
Stephen Colbert lançou silenciosamente um novo canal no YouTube menos de uma semana após encerrar o The Late Show. O canal já soma mais de 120 mil inscritos e estreou com um vídeo de uma hora de duração.
O episódio de estreia, intitulado Only In Monroe – May 22, 2026, mostra Colbert em Monroe Community Media, uma emissora de acesso público em Monroe, Michigan, uma cidade de cerca de 20 mil habitantes. No vídeo, o apresentador faz perguntas rápidas ao público local e faz piadas sobre o período sem TV.
Colbert, de 62 anos, aparece aos risos comentando que ficou 23 horas sem televisão, e faz menção à possível aquisição da CBS pelo grupo de Paramount. A alusão envolve a empresa controladora da Paramount, ligada a investidores próximos de figuras políticas.
Contexto e desdobramentos
A estreia ocorre em meio a controvérsias ligadas ao fim do programa de Colbert e à gestão da Paramount, que discute uma fusão com a Skydance. O processo enfrentou atrasos regulatórios durante questionamentos envolvendo a administração Trump.
A controvérsia ganhou dimensão após a Globo de resgatar episódios de aparições do comediante em canais oficiais, gerando críticas sobre direitos autorais e medidas de controle de conteúdos nas redes. A CBS envolveu-se em ações de retirada de clipes de compartilhamento não autorizado.
Em resposta à repercussão, a CBS indicou que o episódio foi financiado e produzido pela CBS Studios, em colaboração com Monroe Community Media e os canais do The Late Show, e suspendeu temporariamente novas aplicações de enforcement estrito de direitos.
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