- Patrick Mendes entrou com o divórcio de Thais Ramone após quatro anos de casamento, dizendo que são incompatíveis.
- Ele busca a guarda legal e física exclusiva da filha, Aleesi, de 3 anos, que estaria morando com ele desde 6 de maio em endereço diferente da casa comum.
- Mendes não solicita pensão alimentícia nem indenização; afirma ter renda de $10.000 por mês e Ramone de $5.000 por mês.
- No acordo de partilha, ele quer a Honda Ridgeline, os $8.000 em Fidelity 401K e o colchão Tempur-Pedic.
- Os representantes de Mendes e Ramone não comentaram; o casal afirmou, em comunicado, que é importante não tirar conclusões antes de esclarecer os fatos.
Patrick Mendes pediu o divórcio de Thais Ramone após quatro anos de casamento. Os documentos legais foram apresentados nesta semana, com Mendes afirmando que o relacionamento tornou-se incompatível e que o divórcio é a medida adequada, conforme reportagem da TMZ.
O atleta também busca a guarda legal e física exclusiva da filha de três anos, Aleesi, que, segundo ele, está morando com ele desde 6 de maio em endereço diferente do lar comum do casal.
Não há pedido de pensão alimentícia no momento. Mendes alega renda mensal de US$ 10 mil e Ramone, US$ 5 mil. Entre os bens a partilhar, ele solicita a Honda Ridgeline, a Fidelity 401K avaliada em US$ 8 mil e um colchão Tempur-Pedic.
Representantes de Mendes e Ramone não comentaram imediatamente ao Page Six. Em nota, o casal disse que, por respeito a todos os envolvidos, é importante não tirar conclusões antes da devida clarificação dos fatos e que questões familiares podem ser emocionais e complexas, pedindo privacidade e devido processo.
Nos documentos, Mendes afirma que a filha está sob sua guarda desde 6 de maio em endereço diferente do residência compartilhada. Mendes e Ramone já haviam sido vistos em público alguns momentos juntos, mas não relatam reformas ou mudanças recentes no convívio.
O histórico do casal, nos últimos anos, tem sido marcado por mudanças significativas, incluindo a mudança para Las Vegas, dificuldades comerciais e problemas de saúde. As partes buscam resolver as questões de forma documental e, até o momento, não há indicação de resolução rápida.
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