- Chanel fecha acordo de cinco anos com o Centre Pompidou, com apoio financeiro durante a reforma que mantém a instituição fechada até 2030.
- O aporte financeiro é confidencial e visa fortalecer o acesso, a pesquisa e a preservação do conhecimento público.
- Em 2023, Chanel já havia lançado o Assemble, programa conjunto entre Chanel Culture Fund e o Pompidou para exploração colaborativa entre arquitetos, designers, artistas e cientistas.
- Em 2025, Chanel anunciou uma parceria de quatro anos para aumentar em mais de 30% a coleção permanente de artistas chineses contemporâneos até 2028, por meio de um fundo de aquisição dedicado.
- O Centro Pompidou projeta a renovação com custo estimado em pelo menos €460 milhões, segundo reportagens associadas.
O Chanel amplia o apoio ao Centre Pompidou com uma parceria de cinco anos, em meio à sua atual paralisação para uma grande reforma até 2030. O valor não foi divulgado pela marca.
O acordo reforça o trabalho do Pompidou em acesso, bolsas de estudo e preservação do conhecimento público, fortalecendo a gestão cultural a longo prazo, segundo a Chanel.
A reforma do Pompidou, que começou em 2023, deve custar pelo menos €460 milhões, aponta o jornal Le Monde. A parceria corrente surge enquanto a instituição se prepara para a transformação.
Histórico de colaboração e foco cultural
Desde 2023, Chanel e o Centre Pompidou trabalham com o programa Assemble, que envolve arquitetos, designers, artistas e cientistas, com foco em exploração colaborativa.
Laurent Le Bon, presidente do Pompidou, ressaltou que questões como revolução digital, aquecimento global e democracia estão no coração do fórum que sustenta a instituição, segundo material da Assemble.
Expansão da coleção de arte contemporânea chinesa
Em 2025, Chanel anunciou uma parceria de quatro anos para ampliar a instituição de 30% a mais a coleção permanente de artistas chineses até 2028, por meio de um fundo de aquisição dedicado. Artistas como Chen Wei e Cui Jie já foram contemplados.
Yana Peel, presidente de artes, cultura e patrimônio da Chanel, afirmou que os anos de colaboração reconhecem a instituição pela forma como a cultura é produzida, estudada e compartilhada.
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