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Claudio Cinti tem alta após dois meses internado e desabafa: não era o momento

Após alta hospitalar, Claudio Cinti critica liberação precoce; transplante de rim pelo SUS gera custos com medicações e fisioterapia contínua

Claudio Cinti — Foto: Reprodução/Instagram
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  • O ator Claudio Cinti, de sessenta anos, teve alta do hospital no Rio de Janeiro após dois meses internado por pneumonia, embora discorde da liberação.
  • No fim de 2025 ele passou por um transplante de rim pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e segue recuperando-se, ainda acamado e em uso de cuidadora.
  • Ainda precisa de fisioterapia e deu os primeiros passos com andador, mas afirma que o processo vai exigir tempo e continuidade de tratamento.
  • O ator destacou dificuldades com custos de medicações para citomegalovírus, com a possibilidade de o plano de saúde não cobrir os remédios, e mencionou opções mais baratas como o Valaciclovir.
  • Além disso, relatou problemas para conseguir serviços como ambulância, e revelou que contratou cuidadora e fisioterapeuta para acompanhar a recuperação em casa, indicando gastos diários significativos.

Claudio Cinti, ator de 60 anos conhecido por trabalhos em Zorra Total, recebeu alta médica após quase dois meses de internação no Rio de Janeiro. Diagnosticado com pneumonia no fim de março, ele havia feito um transplante de rim pelo SUS no final de 2025. Mesmo com a liberação hospitalar, o artista afirmou que ainda enfrenta dificuldades de locomoção e depende de cuidadora e fisioterapia para ganhar autonomia.

O ataque inicial foi em março, quando ficou internado e não pôde trabalhar. Em publicação recente no Instagram, Cinti informou que recebeu alta, mas manifestou contrariedade com a decisão, alegando pressões do hospital e do plano de saúde para encerrar o tratamento o quanto antes. O ator mencionou ainda que precisa de apoio para retornar aos poucos às atividades diárias.

Medicações caras aparecem entre as dificuldades apontadas pelo ator. O citomegalovírus mesma gama de tratamento apresentou custo elevado, com remédios caríssimos estimados em até 5 mil reais por caixa. Diante disso, Cinti buscou alternativas como o uso de um medicamento similar, o Valaciclovir, para reduzir despesas, e descreveu a necessidade de 84 comprimidos diários em regime de prevenção para transplantados.

A tentativa de seguir com o tratamento em casa também gerou entraves. O ator relatou dificuldades para conseguir uma ambulância adequada ao seu estado, recebendo orientação de que ainda não está acamado. Além disso, passou a planejar serviços de cuidadora particular, com custo diário em torno de 250 reais, e a contratação de fisioterapia três vezes por semana para acelerar a recuperação.

Antes da alta, Cinti já havia passado por um período de isolamento recomendado após o transplante, sem previsão de retorno imediato ao trabalho. Na ocasião, ele pediu apoio financeiro público para enfrentar a fase inicial de recuperação, destacando a ausência de contratos com emissoras durante esse intervalo.

Nos relatos mais recentes, o artista compartilhou que o rim novo funciona bem, com aumento significativo na produção de urina, e ressaltou a necessidade de manter cuidados para evitar infecções. A orientação médica inclui evitar saídas de casa nos próximos dois meses e manter a dependência de apoio familiar e de profissionais, até conquistar maior autonomia.

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