- Alexa Curtin, filha de Lynne Curtin, ex-participante de Real Housewives of Orange County, relata que o isolamento durante as gravações a levou ao uso de drogas e à falta de moradia.
- Ela disse que o uso de drogas começou logo após o ensino médio e piorou após começar a usar comprimidos, com o passar de quinze anos desde o programa.
- Alexa afirma que as cenas mostradas na televisão contribuíram para um tratamento negativo, o que a afastou de amigos e familiares, incluindo uma ruptura com a mãe e o pai.
- O momento mais traumático, segundo ela, foi a entrega de uma notificação de despejo na casa da família durante as filmagens, seguido pelo divórcio de Lynne com o pai, ainda não finalizado.
- Agora, Alexa está afastada da família, depende de apoio da comunidade de dependentes e busca recomeçar a vida, afirmando estar em uma situação extremamente difícil.
Alexa Curtin, filha da ex-RHOC Lynne Curtin, relatou em entrevista que o isolamento durante as filmagens do reality show a empurrou para o uso de drogas e para a vida nas ruas. Ela, hoje com 33 anos, disse que o impacto público foi especialmente duro por ser menor de idade à época.
A série Real Housewives of Orange County acompanhou a família entre 2008 e 2010, quando Alexa tinha apenas 15 a 17 anos. Na época, houve episódios de rebeldia, como sair de casa e descumprir horários, que ficaram expostos ao público.
Segundo Alexa, o início do consumo ocorreu logo após o ensino médio e evoluiu para dependência de comprimidos, que depois evoluíram para drogas mais pesadas. Ela afirmou que os 15 anos desde o aparecimento na TV têm sido marcados por dificuldades severas.
A jovem relatou que as retratações na TV contribuíram para o distanciamento com a família, intensificado por uma investigação de despejo na residência da família durante as filmagens. A situação culminou no divórcio entre Lynne e o pai de Alexa, Frank Curtin, que ainda não foi concluído.
Ela também contou que não mantém relação com os pais há anos e que a última conversa com a mãe ocorreu em 2019, durante uma discussão sobre o carro que ela dirigia. Em entrevistas recentes, Alexa descreveu estar viva, mas com o desejo de não continuar vivendo, solicitando ajuda.
Em vídeos recentes, Alexa mencionou que depende de apoio da comunidade de dependentes para lidar com a situação atual, enquanto busca recomeçar a vida do zero. Ela afirmou que sente falta de momentos com a família, especialmente nas festas, e que o afastamento aumenta a saudade.
A reportagem não conseguiu contato imediato com Lynne Curtin para comentários. A história segue em desenvolvimento, com Alexa buscando caminhos para recuperação e estabilidade. Caso necessário, organizações de saúde pública oferecem apoio a dependentes e familiares.
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