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Filha de Lynne Curtin revela caminho até a rua e dependência química

Alexa Curtin afirma que o isolamento causado pela participação em RHOC a levou à dependência de drogas e à falta de moradia

“RHOC” alum Lynne Curtin’s daughter Alexa (seen above with her mom at Kari Feinstein Primetime Emmy Awards Style Lounge in 2011) detailed how her time on the Bravo show led her down the road to drug addiction and homelessness.
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  • Alexa Curtin, filha de Lynne Curtin, ex-participante de Real Housewives of Orange County, relata que o isolamento durante as gravações a levou ao uso de drogas e à falta de moradia.
  • Ela disse que o uso de drogas começou logo após o ensino médio e piorou após começar a usar comprimidos, com o passar de quinze anos desde o programa.
  • Alexa afirma que as cenas mostradas na televisão contribuíram para um tratamento negativo, o que a afastou de amigos e familiares, incluindo uma ruptura com a mãe e o pai.
  • O momento mais traumático, segundo ela, foi a entrega de uma notificação de despejo na casa da família durante as filmagens, seguido pelo divórcio de Lynne com o pai, ainda não finalizado.
  • Agora, Alexa está afastada da família, depende de apoio da comunidade de dependentes e busca recomeçar a vida, afirmando estar em uma situação extremamente difícil.

Alexa Curtin, filha da ex-RHOC Lynne Curtin, relatou em entrevista que o isolamento durante as filmagens do reality show a empurrou para o uso de drogas e para a vida nas ruas. Ela, hoje com 33 anos, disse que o impacto público foi especialmente duro por ser menor de idade à época.

A série Real Housewives of Orange County acompanhou a família entre 2008 e 2010, quando Alexa tinha apenas 15 a 17 anos. Na época, houve episódios de rebeldia, como sair de casa e descumprir horários, que ficaram expostos ao público.

Segundo Alexa, o início do consumo ocorreu logo após o ensino médio e evoluiu para dependência de comprimidos, que depois evoluíram para drogas mais pesadas. Ela afirmou que os 15 anos desde o aparecimento na TV têm sido marcados por dificuldades severas.

A jovem relatou que as retratações na TV contribuíram para o distanciamento com a família, intensificado por uma investigação de despejo na residência da família durante as filmagens. A situação culminou no divórcio entre Lynne e o pai de Alexa, Frank Curtin, que ainda não foi concluído.

Ela também contou que não mantém relação com os pais há anos e que a última conversa com a mãe ocorreu em 2019, durante uma discussão sobre o carro que ela dirigia. Em entrevistas recentes, Alexa descreveu estar viva, mas com o desejo de não continuar vivendo, solicitando ajuda.

Em vídeos recentes, Alexa mencionou que depende de apoio da comunidade de dependentes para lidar com a situação atual, enquanto busca recomeçar a vida do zero. Ela afirmou que sente falta de momentos com a família, especialmente nas festas, e que o afastamento aumenta a saudade.

A reportagem não conseguiu contato imediato com Lynne Curtin para comentários. A história segue em desenvolvimento, com Alexa buscando caminhos para recuperação e estabilidade. Caso necessário, organizações de saúde pública oferecem apoio a dependentes e familiares.

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