- Em Muara Enggelam, ilhas leste de Kalimantan, a energia solar trouxe fornecimento 24 horas, estimulando empreendedorismo feminino e estabilidade econômica.
- A usina solar é gerida pela empresa de economia comunitária BUMDes, liderada por Jam’ah, uma mãe de um filho, destacando liderança feminina no setor.
- Uma moradora, Asniah, passou a usar liquidificadores elétricos para produzir amgang (bolachinha de peixe), expandindo para banca de comida e loja digital.
- A meta: ainda que a eletrificação nacional chegue a noventa e nove por cento, a desigualdade rural persiste, com queda de vinte e seis por cento no número de vilarejos com energia solar de uso doméstico entre 2021 e 2024.
- Muara Enggelam já amplia sua capacidade para oitenta quilowatts de pico por meio de taxas comunitárias e apoio do governo, mas várias regiões rurais e do leste continuam atrás das áreas urbanas.
Desde Muara Enggelam, vila remota sobre a água, na Indonésia, a energia solar passou a sustentar famílias e negócios locais. A mudança ocorreu a partir de 2015, com a alocação de usina solar pelo Ministério de Energia, mudando a vida de moradores isolados de serviços básicos.
Antes dependente de geradores a diesel barulhentos, a comunidade agora tem eletricidade 24 horas. Mulheres empreendem com mais facilidade, usando liquidificadores elétricos para produzir amendoim frito? ou amendoim? (observação: mantenho o termo amplang, conforme original), elevando receitas com venda online e feiras locais.
Muara Enggelam é administrada por uma empresa municipal de energia, a BUMDes, liderada por Jam’ah, mãe de um filho. O modelo é raro entre a liderança feminina no setor energético, segundo dados de programas internacionais. A energia solar aparece como alívio ante custos com geradores.
Desempenho e desafios
O projeto ampliou a capacidade para 80 Kilowatt Peak (kWp) via contribuições comunitárias e apoio governamental, mas a desigualdade rural persiste no país. Segundo relatórios de ONGs, a transição energética em áreas rurais recuou entre 2021 e 2024, com queda no número de vilas que utilizam solar de forma parcial.
Apesar de a taxa nacional de electrificação chegar a 99%, centenas de milhares de famílias em ilhas remotas permanecem sem eletricidade. A despeito do avanço de Muara Enggelam, muitas regiões do interior e do leste seguem distante dos centros urbanos.
A liderança de Jam’ah aparece como exemplo de participação comunitária na gestão de energia, em contraste com o cenário nacional onde a participação feminina é baixa. A decisão pela energia solar foi justificada pela redução de custos com combustível e pela estabilidade de fornecimento.
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