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Ucrânia aceita apoio da UE para gasoduto Druzhba; reparos levam tempo

Ucrânia aceita apoio técnico e financeiro da UE para reativar Druzhba; obras devem durar até 1,5 mês, com fluxos para Hungria e Eslováquia ainda semanas distantes

The Druzhba oil pipeline between Hungary and Russia is seen at the Hungarian MOL Group's Danube Refinery in Szazhalombatta
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  • A Ucrânia aceitou a oferta da União Europeia de apoio técnico e financiamento para restabelecer o fluxo de petróleo pelo gasoduto Druzhba, danificado.
  • Zelenskiy disse, em carta, que o reparo está próximo e que a estação de bombeamento deve ser restabelecida em um mês e meio, se não houver novos ataques russos.
  • Hungria e Eslováquia ficaram sem petróleo russo via Druzhba desde o fim de janeiro, após ataque a equipamentos na Ucrânia ocidental.
  • A Hungria bloqueia grande parte de um empréstimo da UE para a Ucrânia e novas sanções a Moscou até que os fluxos sejam retomados; o governo de Orban chamou a oferta de “jogo político”.
  • O recebimento do apoio pela Ucrânia foi recebido de forma contida pelas partes envolvidas, com o presidente da Ucrânia e líderes da UE enfatizando a importância de restabelecer os fluxos conforme obrigações contratuais.

O governo da Ucrânia aceitou a oferta da União Europeia de apoio técnico e financiamento para restabelecer o fluxo de petróleo pelo duto Druzhba, danificado, nesta terça-feira. A recuperação, porém, pode levar semanas para que as entregas russas a Hungria e à Eslováquia voltem a ocorrer.

No documento enviado a Bruxelas, o presidente Volodymyr Zelenskiy disse que as obras de reparo avançam e que a estação de bombeamento deve ficar pronta em cerca de um mês e meio, desde que não ocorram novos ataques da Rússia. As operações permanecem ainda incertas.

Hungria e Eslováquia estão isoladas do petróleo russo pelo Druzhba desde o fim de janeiro, após a Ucrânia indicar ataque a equipamentos no oeste do país. Ambos os governos contestam a alegação de atraso por parte de Kyiv, que nega.

A resposta à oferta da UE foi morna, com a Hungria chamando o movimento de jogo político. Enquanto isso, Bruxelas e Valônia mantêm a linha de apoiar a restauração conforme obrigações contratuais, com foco na estabilidade de mercado.

A disputa também envolve uma linha de crédito da UE para a Ucrânia, estimada em 90 bilhões de euros, mantida enquanto não houver retomada dos fluxos. A Europa também sinaliza o fim gradual das importações de petróleo russo até 2027.

Ao mesmo tempo, a União Europeia reforça o compromisso com a normalização dos fluxos, destacando a importância de respeitar acordos contratuais e avançar na transição energética. Hungria e Eslováquia discordam de parte do cronograma.

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