- O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, condenou a escalada dos conflitos entre Israel, Estados Unidos e Irã e pediu proteção a civis.
- Ele pediu uma investigação rápida, imparcial e minuciosa sobre o ataque a uma escola primária em Minab, no sul do Irã, que deixou mais de 150 estudantes mortas e pelo menos 90 feridas.
- O ataque ocorreu no sábado pela manhã, quando as alunas estavam em aula, segundo a agência estatal Irna.
- A porta-voz Ravina Shamdasani afirmou que cabe às forças que realizaram o ataque investigar o ocorrido e tornar públicas as conclusões, assegurando responsabilização e reparação às vítimas.
- Além da proteção de civis, o alto comissário pediu retorno à mesa de negociações para pôr fim às mortes, à destruição e ao desespero, e pediu que as partes respeitem a Carta das Nações Unidas e o direito internacional.
O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, condenou nesta terça-feira a escalada dos conflitos entre Israel, Estados Unidos e Irã e pediu apoio a todas as medidas de proteção a civis. O caso citado envolve um ataque a uma escola primária em Minab, no sul do Irã, que resultou na morte de dezenas de meninas e deixou pelo menos 90 crianças feridas. A informação foi veiculada pela agência iraniana Irna.
A ONU solicitou uma apuração rápida, imparcial e minuciosa das circunstâncias do ocorrido. A organização destacou a responsabilidade das partes envolvidas em esclarecer os fatos e na reparação às vítimas, conforme o relato das autoridades.
A porta-voz Ravina Shamdasani reforçou o pedido de transparência, afirmando que as forças que realizaram o ataque devem investigar o caso e tornar públicas as conclusões, com responsabilização individual. A nota enfatizou a necessidade de acesso a informações determinadas e confiáveis.
Chamada para retorno ao diálogo
O alto comissário também pediu o retorno imediato às negociações entre as partes, considerado pela ONU como única forma de pôr fim à violência, quedas de civis e danos causados em conflitos regionais. Shamdasani ressaltou que o respeito à Carta das Nações Unidas e ao direito internacional é essencial.
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