- A NATO aumentou a postura de defesa de mísseis após a interceptação de um míssil vindo do Irã que teria mira na Turquia.
- A nova postura ficará no nível elevado até a ameaça dos ataques contínuos do Irã na região diminuir, disse o coronel Martin O’Donnell, porta-voz do Comando Aliado Permanente da Europa, em X.
- O’Donnell afirmou que a defesa de mísseis na Turquia foi “perfeitamente executada”; em menos de dez minutos, a ameaça foi identificada, a trajetória confirmada, defesas terrestres e marítimas alertadas e um interceptor lançado para neutralizar o objetivo.
- O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, disse que a aliança não planeja acionar a cláusula de defesa mútua do Artigo Cinco em resposta ao ataque com míssil.
- Rutte não entrou em detalhes sobre eventuais medidas adicionais de defesa da aliança.
NATO elevou sua postura de defesa antimísseis após a interceptação, nesta semana, de um míssil iraniano direcionado à Turquia. O anúncio foi feito pelo quartel-general militar da aliança na manhã desta quinta-feira.
A postura permanecerá em nível ampliado até que a ameaça decorrente dos ataques contínuos da Iran se reduza, segundo o coronel Martin O’Donnell, porta-voz da sede NATO em Bruxelas. Ele destacou que a defesa foi executada com sucesso na Turquia na quarta-feira.
Segundo O’Donnell, a intervenção ocorreu em menos de 10 minutos: a ameaça foi identificada, a trajetória confirmada, sistemas de defesa terrestres e marítimos foram acionados e um interceptor foi lançado para neutralizar o alvo.
Contexto
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, informou que a aliança não planeja acionar o Artigo 5 de defesa mútua em resposta ao ataque com míssil. Não foram divulgados detalhes sobre novas medidas de defesa da aliança.
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