- Drones de baixo custo passaram a ser parte decisiva de conflitos modernos, com uso na Ucrânia, Israel e no Mar Vermelho, impulsionados por tecnologia civil, software aberto e IA.
- Em 2025 ocorreram ataques de drones na Ucrânia e ataques clandestinos de Israel, com previsões de um ataque drone aos EUA em 2026, civis ou militares.
- O Replicator, iniciado em 2023, está sendo usado para colocar drones autônomos em planos de batalha na Europa e no Pacífico, com diretriz de acelerar a produção de UAVs táticos.
- O orçamento da Defesa foi ampliado: o instituto de inovação de defesa colocou o orçamento do DIU quase em US$ 2 bilhões, e o Exército busca equipar divisões de combate com mil drones cada, com produção de FPV drones em alta escala na Ucrânia.
- O DoD destinou US$ 350 milhões em 2025 para sistemas UAS táticos, estimando cerca de quatro mil drones no campo, evidenciando uma diferença entre startups ágeis de defesa e fornecedores tradicionais.
Drones de baixo custo já são parte decisiva de conflitos modernos, com uso documentado na Ucrânia, Israel e no Red Sea. Tecnologias civis, software aberto e IA impulsionam plataformas como UAS, além de iniciativas que popularizam drones comerciais no aparato militar.
Relatórios indicam que ataques com drones de baixo custo ocorreram em 2025, incluindo operações na Ucrânia para destruir bombardeiros russos na linha de avanço e ataques clandestinos de Israel contra alvos dentro do Irã. Um ataque a um porta-aviões na região do Red Sea também foi registrado.
Especialistas afirmam que, em 2026, um ataque com drones aos EUA é visto como possível, em alvos civis ou militares. Observa-se impulso político para defesa contra drones, com o Replicator em campo desde 2023 e diretriz para acelerar a produção de UAVs táticos.
Contexto institucional e orçamento
O orçamento do DoD em 2025 réserva apenas cerca de US$ 350 milhões para sistemas UAS táticos, estimando o campo de aproximadamente 4 mil unidades. A produção de drones maiores permanece concentrada em fornecedores tradicionais, com custos mais elevados.
Paralelamente, fabricantes de defesa mais ágeis, muitas startups de tecnologia, avançam com drones de custo baixo, capazes de operações rápidas. A Ucrânia já produz milhares de drones FPV por dia e planeja ampliar a produção para milhões ao ano, ampliando a capacidade de campo.
Avanços e estratégias
A iniciativa Replicator, lançada em 2023, já integra sistemas autônomos em planos de batalha na Europa e no Pacífico. Em julho de 2025, autoridades pediram velocidade na fabricação de UAVs táticos. O Exército projeta equipar divisões com milhares de drones e reforçar a defesa contra drones.
Mesmo com avanços, a diferença entre startups defensivas ágeis e grandes fornecedores tradicionais persiste. A maré tecnológica sugere que a defesa nacional precisará acompanhar o ritmo de inovação para reduzir vulnerabilidades em infraestrutura civil e militar.
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