Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebolBrasil_POLÍTICA_economia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ministério da Saúde apoia manual inédito de Acreditação em Saúde Digital

Ministério da Saúde participa do lançamento do manual de Acreditação de Saúde Digital, estabelecendo referência nacional para qualidade, segurança e governança

Foto: Eduardo Ogata/MS
0:00
Carregando...
0:00
  • O Ministério da Saúde participou do lançamento do Manual de Acreditação de Saúde Digital: Telemedicina e Telessaúde, na Feira Hospitalar em são paulo, desenvolvido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA).
  • O manual estabelece referência nacional para qualidade, segurança, governança, interoperabilidade e melhoria contínua em serviços digitais de saúde, público e privado.
  • A secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério, Ana Estela Haddad, afirmou que critérios nacionais devem dialogar com o Sistema Único de Saúde (SUS) e fortalecer cuidado, segurança da informação e acesso à saúde.
  • O instrumento, apresentado pela primeira vez como modelo nacional de acreditação em telemedicina e telessaúde, recebeu validação prática em ambientes reais e busca orientar a integração do cuidado e a inovação em saúde digital.
  • A publicação será disponibilizada em 1º de junho no site da ONA; dados da Telessaúde no SUS mostram 6,3 milhões de teleatendimentos entre 2025 e 2026, alcançando 79% dos municípios.

O Ministério da Saúde participou do lançamento do Manual de Acreditação de Saúde Digital: Telemedicina e Telessaúde, desenvolvido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). O evento ocorreu nesta terça-feira, 19, durante a Feira Hospitalar em São Paulo. A publicação estabelece referências nacionais para qualidade, segurança e governança de serviços digitais de saúde, abrangendo interoperabilidade e melhoria contínua.

A iniciativa reúne a Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEID) e o MS para alinhar a acreditação às diretrizes do SUS, com foco na integração do cuidado, segurança da informação e ampliação do acesso a serviços de saúde com qualidade. A ideia é apoiar instituições públicas e privadas na organização e avaliação de serviços digitais.

Para Ana Estela Haddad, secretária de Informação e Saúde Digital, a criação de critérios nacionais busca assegurar avanço tecnológico responsável, sustentável e centrado no cuidado. O manual pretende superar o simples checklist técnico, incentivando transformação institucional e interoperabilidade entre linhas assistenciais.

O que muda na prática

O documento é apresentado como o primeiro instrumento nacional de acreditação em telemedicina e telessaúde, elaborado com padrões internacionais e adaptação ao contexto brasileiro. A ferramenta considera as especificidades do SUS, da saúde suplementar e do setor privado, promovendo um ecossistema integrado de Saúde Digital.

Chao Lung Wen, da USP, afirmou que a publicação não avalia apenas a prática clínica, mas estimula integração do cuidado e políticas públicas, bem como a inovação na área. O objetivo é conectar o conhecimento técnico à implementação real em diferentes contextos de atendimento.

Validação e alcance

A validação prática em ambientes reais de serviço foi essencial para ajustar os requisitos, assegurando que as diretrizes sejam seguras, eficientes e escaláveis. O processo destacou a importância da incorporação de tecnologias, incluindo inteligência artificial, e a conexão com a RNDS.

Péricles Góes da Cruz, superintendente técnico da ONA, destacou que os ajustes finais consolidaram diretrizes para a acreditação em saúde digital no país, priorizando acesso seguro e excelência. Gilvane Lolato, gerente geral de Operações da ONA, reforçou o foco na jornada do paciente, com interoperabilidade entre sistemas.

Contexto de implementação

A publicação chega em um momento de expansão da Telessaúde no SUS. Entre 2025 e 2026, foram registrados 6,3 milhões de teleatendimentos, cobrindo 79% dos municípios brasileiros, 20 Distritos Sanitários Especiais Indígenas e 19 territórios quilombolas. O manual ficará disponível a partir de 1º de junho no site da ONA.

Participantes e engajamento

Entre os presentes no lançamento estiveram representantes do Ministério da Saúde, da ONA e de instituições públicas e privadas, como a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo e o InCor-HCFMUSP. A sessão contou também com vozes da FMUSP e de órgãos ligados à saúde digital.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais