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ChatGPT testa sistema de detecção de extremismo e encaminhamento a suporte

Startup da Nova Zelândia testa sistema híbrido de IA e atendimento humano para encaminhar usuários em risco a 1.600 serviços de apoio em 180 países

Logo da OpenAI, dona do ChatGPT — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/
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  • ThroughLine, startup da Nova Zelândia contratada pela OpenAI, testa ferramenta híbrida de IA e atendimento humano para encaminhar pessoas em risco a 1.600 serviços de apoio em 180 países.
  • O sistema identifica sinais de extremismo violento e crises como automutilação, violência doméstica e transtornos alimentares, conectando o usuário a suporte especializado.
  • A parceria com a OpenAI foi confirmada; detalhes adicionais não foram divulgados; Anthropic e Google não comentaram.
  • A iniciativa visa ampliar a prevenção ao extremismo online e envolve negociação com The Christchurch Call, sem prazo definido para lançamento.
  • O projeto está em fase de testes e depende de mecanismos de acompanhamento e encaminhamentos para avaliar eficácia e segurança, evitando agravamento de riscos.

O que aconteceu: uma startup da Nova Zelândia desenvolve uma ferramenta para identificar sinais de extremismo violento em usuários do ChatGPT e encaminhá-los a apoio especializado. O projeto combina inteligência artificial e atendimento humano para reduzir riscos de violência.

Quem está envolvido: a ThroughLine, empresa neozelandesa contratada pela OpenAI, responsável pela gestão dos encaminhamentos. O objetivo é conectar pessoas em crise a uma rede de 1.600 linhas de apoio em 180 países, operadas por equipes humanas.

Quando e onde: o sistema está em fase de testes na Nova Zelândia. A parceria com a OpenAI foi anunciada, mas detalhes operacionais não foram divulgados. Outras empresas de IA também foram mencionadas, sem respostas oficiais para pedidos de comentários.

Contexto e objetivo

A iniciativa visa detectar sinais de risco como automutilação, violência doméstica ou transtornos alimentares, ampliando a atuação para incluir o extremismo violento. A ideia é criar um modelo híbrido, com chatbot e encaminhamentos para serviços presenciais de saúde mental.

Como funciona e perspectivas

Segundo o fundador Elliot Taylor, o sistema não utiliza dados de treinamentos genéricos de modelos de linguagem. A ThroughLine trabalha com especialistas em vez de depender apenas de IA. A ferramenta está em testes, sem data de lançamento definida.

Observações e desdobramentos

Especialistas ouvidos veem valor na abordagem que reconhece a dinâmica de relacionamento online. O produto pode depender de mecanismos de acompanhamento e de redes de apoio eficazes para evitar agravamento de crises. A empresa também avalia alertas às autoridades, conforme o risco identificado.

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