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Conheço Olaf, o robô de Frozen que pode definir o futuro dos parques Disney

Olaf, robô da Disney Imagineering, treina com cem mil cópias virtuais para gerar personagens interativos, abrindo caminho para lands com robôs

Olaf, a Disney Imagineering robot that will greet guests at Disney parks.
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  • Olaf, o robô da Disney Imagineering, chegará ao Disneyland Paris em 26 de março e ao Hong Kong Disneyland neste verão, como parte de um passo para lands com personagens robóticos.
  • O personagem não é autônomo nem conversa por conta própria; ele é teleoperado por um operador com Steam Deck e utiliza falas previamente gravadas.
  • O treinamento usou cem mil cópias virtuais do Robô Olaf em simulação com GPU Nvidia RTX 4090, por meio de aprendizado por reforço, para movimentos realistas.
  • A Disney pesquisa combinar animação com simulação para criar robôs que possam atuar em troupe de entretenimento, integrando-se a outras figuras já existentes.
  • A empresa trabalha com ferramentas como Kamino (simulação) e abriu o Newton Physics Engine como projeto open source, visando estimular o desenvolvimento de robôs com maior realismo e segurança.

Olaf, o robô da Disney Imagineering, está chegando aos parques Disney para representar a primeira aposta da empresa em robôs falantes dentro de atrações. O equipamento será apresentado em Disneyland Paris no dia 26 de março e poderá ser visto em Hong Kong Disneyland neste verão. O objetivo é ampliar encontros com personagens robóticos em lands temáticos.

A equipe de Imagineering descreve Olaf como resultado de aprendizado por reforço, treinado com simulações em Nvidia e alimentado por 100 mil cópias virtuais do próprio robô. O treinamento utilizou uma GPU RTX 4090 e durou apenas dois dias, segundo a divisão de pesquisa e desenvolvimento da Disney.

Olaf não é dotado de inteligência artificial autônoma. O robô, com 35 polegadas de altura e 33 libras, possui 25 atuadores e três computadores, incluindo Nvidia Jetson Orin NX e Raspberry Pi. Opera com falas pré-gravadas, enquanto a movimentação é controlada por um operador via Steam Deck.

A demonstração em palco mostrou Olaf passeando por um lago em um barco cenografado, com destaque para a naturalidade dos movimentos. A equipe ressalta que o olhar e a distribuição de movimento ajudam a criar a impressão de vida, o que facilita a aceitação do público.

A pesquisa também envolve o uso de ferramentas de simulação desenvolvidas pela Disney Research, como Kamino, que treina composições mecânicas complexas para robôs futuros. O objetivo é manter joints com aquecimento estável e reduzir ruídos durante a marcha.

A Disney planeja integrar Olaf a performances codificadas, conectadas aos sistemas de coreografia de entretenimento ao vivo. A primeira aparição em Paris será em um cenário de barco, com testes que simulam o balanço da embarcação.

Especialistas explicam que o avanço abre caminho para robôs interagirem com personagens já conhecidos pela franquia, além de artistas. A Disney sinaliza que essa interação pode se estender a outras figuras, ampliando experiências imersivas.

A empresa publicou um whitepaper de oito páginas detalhando o desenvolvimento de Olaf, incluindo componentes e fórmulas utilizadas. O material serve como referência para futuras criações e para entender o que torna a apresentação crível aos olhos do público.

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