- O Comitê seletivo da Câmara dos EUA sobre o Partido Comunista Chinês citou a Anker (Eufy) acusando uso de “métodos ilícitos” para evitar tarifas americanas, com suposto respaldo governamental substancial da China.
- O objetivo é usar reportagens do grupo para aumentar o temor de ameaças à segurança nacional.
- O comitê também mira a Unitree, cujos robôs teriam uma vulnerabilidade considerada relevante.
- As informações destacam tensões entre autoridades dos EUA, empresas de tecnologia e questões de segurança associadas a chinesas.
- Não foram apresentadas etapas legais específicas nem respostas oficiais das empresas citadas no resumo.
O Comitê Select Committee on the CCP do Congresso dos EUA cita a Anker e a sua linha de câmeras Eufy, acusando a empresa de usar métodos ilegais para evitar tarifas americanas. Segundo o comitê, houve apoio governamental substancial da China. A denúncia atinge também a relação entre comércio e segurança nacional.
A comissão envolve a Anker Innovations e a Unitree, fabricante de robôs. O grupo aponta como preocupação a influência chinesa nas cadeias de suprimentos e possíveis vulnerabilidades de segurança associadas aos dispositivos. As informações são usadas para embasar alertas sobre riscos à segurança nacional.
Os trabalhos foram divulgados nesta semana, em Washington, DC, com a menção de reportagens prévias da imprensa. O objetivo é demonstrar como práticas comerciais podem se entrelaçar com políticas de Estado e impactos tecnológicos nos EUA.
Riscos de segurança em robôs chineses
O levantamento cita também a Unitree, cuja linha de robôs foi alvo de críticas por vulnerabilidades reportadas recentemente. A comissão descreve possíveis brechas que poderiam ser exploradas por terceiros. A análise ressalta a necessidade de avaliações independentes de hardware e software.
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