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Mariana Sochaczewski, filha de Renata Sorrah, aposta em medicina humanitária

Instituto Kindala, comandado por Mariana Sochaczewski, leva medicina de qualidade a regiões de difícil acesso no Brasil e em Angola, com ações previstas no Vale do Jequitinhonha

Mariana Sochaczewski, filha de Renata Sorrah e do diretor Marcos Paulo — Foto: Reprodução/Instagram
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  • Mariana Sochaczewski, filha da atriz Renata Sorrah e do diretor Marcos Paulo, coordena o Instituto Kindala, projeto social sem fins lucrativos.
  • O objetivo é levar saúde de qualidade a regiões com difícil acesso, como Ilha de Marajó, Vale do Jequitinhonha e Angola.
  • Em duas edições, o instituto pretende atender a população com neuropediatras e profissionais de eletroencefalograma infantil, com a próxima ação prevista para o fim de junho.
  • As ações seguem um formato de uma semana de atendimento, com reconhecimento local, estruturação de atendimentos médicos e formação de agentes de saúde.
  • A próxima atuação ocorre em Angola no segundo semestre, com cerca de dez dias de atendimento, seguindo a ideia de levar medicina até as pessoas.

Mariana Sochaczewski, filha da atriz Renata Sorrah e do falecido diretor Marcos Paulo, comanda o Instituto Kindala, iniciativa social sem fins lucrativos voltada a levar saúde de qualidade a comunidades com acesso limitado. A atuação é voltada para regiões como Ilha de Marajó, Vale do Jequitinhonha e Angola.

Formada em Medicina com especialização em Pediatria, Mariana atua ao lado da gerente de Projetos Raquel Ribeiro. O objetivo é levar atendimento médico especializado a populações carentes, complementando ações já existentes no país e em outros contextos.

O que é o Instituto Kindala

O projeto, com dois anos de funcionamento, planeja atender a população do Vale do Jequitinhonha com equipes multiprofissionais. No fim de junho, neuropediatras e uma técnica de eletroencefalograma infantil farão atendimentos locais. A iniciativa busca ampliar o alcance da medicina humanitária.

Como funciona a atuação

A metodologia começa pelo reconhecimento local, seguido pela organização de atendimentos médicos e formação de agentes de saúde na região. A ação dura uma semana, facilitando a participação de voluntários sem grande afastamento do trabalho.

A agenda de curto prazo

Além do Brasil, o Instituto pretende atuar em Angola no segundo semestre, com 15 dias de atividades, sendo 10 dedicados ao atendimento. A iniciativa já planeja novas ações em diferentes regiões com apoio de profissionais da saúde.

A visão de Mariana

Para a médica, o Instituto Kindala representa seu projeto de vida, a realização de uma missão de ir até as pessoas e oferecer medicina em diferentes culturas e contextos. Ela realiza viagens duas a três vezes ao ano para as ações, mantendo a clínica no Rio de Janeiro nos demais períodos.

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