- Carol Dias, de 38 anos, foi internada no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, após fortes dores no baixo ventre; ainda não há diagnóstico definido e ela continua com desconforto.
- Ela informou que o médico descreveu o problema como síndrome da bexiga dolorosa, também chamada de fibromialgia da bexiga, e que fará uma biópsia da bexiga.
- A influenciadora já havia sentido dores há algum tempo e, mesmo com atraso, fez exames; permanece cansada e com a expectativa de não precisar retornar ao hospital.
- A síndrome da bexiga dolorosa é uma condição crônica que, globalmente, afeta de quinze por cento a vinte por cento das mulheres, causando dor na região pélvica e variação de sintomas.
- Não existe tratamento definitivo; o manejo costuma combinar medidas comportamentais, fisioterapia pélvica e medicações, com uso crescente de canabidiol em alguns casos; em procedimentos, pode haver cistoscopia com aplicação de toxina botulínica.
Carol Dias, ex-panicat e hoje educadora financeira, foi internada no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, após apresentar fortes dores no baixo ventre. Ela relatou que deixou o hospital com a expectativa de não retornar, apesar das dores persistentes.
A influenciadora informou que continua em recuperação, com previsão de realizar uma biópsia da bexiga. Ainda não há diagnóstico definitivo, mas ela explicou que a situação envolve tratamento de uma condição urinária dolorosa.
Dias descreveu sintomas repetidos de dor na região abdominal e dificuldades para urinar, o que a levou a buscar avaliação médica. Ela ressaltou a importância de procurar atendimento médico diante de sinais semelhantes.
O que é a síndrome da bexiga dolorosa
Também chamada de cistite intersticial, a condição afeta entre 15% e 20% das mulheres em todo o mundo. Trata-se de dor crônica na parede da bexiga, com duração de até seis meses.
Os sintomas variam, incluindo dor no baixo ventre, urgência para urinar e desconforto durante o enchimento da bexiga. Há relatos de dor associada a menstruação, além de alterações intestinais e dor durante a relação.
Não existe tratamento definitivo; o manejo visa reduzir a dor por meio de fisioterapia, ajustes comportamentais e, em alguns casos, uso de toxina botulínica ou cistoscopia. Derivados da cannabis também são discutidos como opção complementar.
Fonte citada: José Alexandre Araújo, urologista e coordenador da Urologia Feminina de hospitais públicos.
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