- Sara Prescott é professora de desenvolvimento de carreira na MIT, atuando nos departamentos de Biologia e Ciências do Cérebro e Cognitivas, e faz parte da coorte 2025–27 do programa Committed to Caring, com pesquisa em comunicação corpo-cérebro e saúde respiratória.
- A mentoria dela valoriza o bem‑estar profissional, defendendo que a ciência só é eficaz quando a pessoa está bem, promovendo maratona acadêmica em vez de sprint e apoiando flexibilidade, licença médica e reembolso de refeições durante sessões noturnas.
- O ambiente de laboratório sob sua liderança é descrito como acolhedor, com celebração de marcos, retiros e foco em pessoas além da produtividade, proporcionando segurança e confiança aos estudantes.
- Além da pesquisa, Prescott incentiva desenvolvimento profissional, como projetos de escrita, certificados, estágios, liderança e engajamento com a comunidade, incluindo atuação no Graduate Women in Biology (GwiBio) e palestras da série Glass Shards.
- Ela também integra estudantes internacionais, pesquisadores visitantes e estagiários temporários, buscando feedback constante e promovendo uma cultura de aprendizado, questionamento e crescimento científico com apoio contínuo aos mentees.
Prescott, professora da MIT, foi reconhecida como Committed to Caring na edição 2025–27, destacada por orientar estudantes de pós-gradito com rigor científico aliado a cuidado humano. A pesquisadora atua nos departamentos de Biologia e Ciências Cognitivas do cérebro, e é investigadora no Picower Institute. Sua linha de pesquisa aborda comunicação corpo-cérebro, com foco em biologia pulmonar, adversidade na primeira infância, saúde da mulher e impactos das mudanças climáticas na saúde respiratória.
A premiação celebra docentes que vão além do ensino, promovendo desenvolvimento intelectual e pessoal dos graduandos. Prescott é conhecida por incentivar bem‑estar profissional, flexibilidade de horários, licenças por saúde mental e apoio financeiro para refeições em rotinas de laboratório.
Cultura de compaixão
A mentoria de Prescott parte da sustentabilidade profissional. Ela defende que não basta ter sucesso acadêmico sem bem-estar fora do laboratório. A ideia de escolher entre PhD e vida pessoal é considerada falha e prejudicial. Para ela, a pós-graduação é uma maratona, não uma corrida.
O ambiente que ela incentiva oferece acolhimento a falhas, celebra conquistas dos alunos e promove retiros de laboratório. Também prioriza conexão entre os participantes, valorização além da produtividade e apoio em momentos de dificuldades experimentais.
Reconhecimento e impacto
Relatos de alunos ressaltam a sensação de segurança e pertencimento proporcionada por Prescott. Um estudante que já sofrera com mentoria anterior encontrou na professora a confiança necessária para seguir na ciência. O apoio foi decisivo para reencontrar motivação e visão de futuro.
Prescott também atua no desenvolvimento profissional dos alunos, estimulando participação em projetos de escrita, certificados, estágios e liderança. Participa do GwiBio, com palestras sobre falhas como caminho para o sucesso, e acolhe bolsistas internacionais e estagiários.
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