Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebolBrasil_POLÍTICA_economia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Comunidades pesqueiras e indígenas temem boom de energia limpa em reduto de Marcos

Fisherfolk e povos indígenas temem impactos de usinas eólicas offshore em Ilocos Norte, mesmo com investimentos em energia limpa no reduto de Marcos Jrn

Ed Singson shows off the seaweed in his bucket
0:00
Carregando...
0:00
  • Pescadores e povos indígenas de Pasuquin e Ilocos Norte contestam o avanço de grandes projetos de energia limpa, temendo impactos nas rotas de pesca e na vida marinha local.
  • Ilocos Norte é apontada pelo governo como possível “capital de energia renovável” do Sudeste Asiático, com dezenas de projetos previstos para expandir a geração de energia a partir de fontes limpares.
  • Um grande conjunto offshore, o BuhaWind, planeja cerca de vinte gigawatts de capacidade e envolve um investimento de cerca de duzentos e cinquenta? bilhões de pesos, em cinco cidades costeiras, com leilão de concessão de vinte e cinco anos.
  • Organizações de pescadores e especialistas alertam sobre incertezas para a biodiversidade marinha e pedem consultas reais às comunidades locais e salvaguardas ambientais mais robustas.
  • Em Masamuyao, uma fazenda solar de mais de duzentos hectares começou sem consentimento formal da tribo indígena, gerando ações da NCIP e possíveis sanções para as empresas envolvidas.

O que acontece

Fishermen e comunidades indígenas de Ilocos Norte confrontam o avanço de projetos de energia limpa no reduto do presidente Marcos Jr. Em Pasuquin, moradores denunciam impactos de planos de turbinas offshore que poderiam afetar a pesca local e o ecossistema marinho.

Quem está envolvido

Lideranças de pescadores, a igreja local (IFI) e organizações comunitárias atuam para defender o modo de vida tradicional. Empresas de energia, órgão público provincial e grupos de defesa ambiental também participam do debate.

Quando e onde

Os relatos se concentram em Ilocos Norte, região de Pasuquin, Burgos, Pagudpud e cidades vizinhas, com ações de consulta e controvérsia ocorrendo entre 2022 e 2026, sobretudo no litoral norte da ilha de Luzon.

Por que está ocorrendo

O motivo central é a construção de parques eólicos offshore e de um parque solar em terras de comunidades indígenas, com promessas de benefícios econômicos, mas temores de deslocamento de comunidades, danos a habitats e prejuízos à pesca tradicional.

Desdobramentos econômicos e políticos

O governo regional enfatiza que os projetos podem impulsionar a economia local, citando fontes de investimento estrangeiro e aumento da geração de energia. O governo estadual sustenta que há salvaguardas para mitigar impactos às comunidades pesqueiras.

Impactos na pesca e no ecossistema

Fischers destacam que turbinas e vibrações podem alterar rotas de pesca, exigindo deslocamento para mar aberto e aumentando riscos. Cientistas e organizações locais alertam para possíveis efeitos na biodiversidade marinha e em espécies migratórias.

Conflitos com comunidades indígenas

Indígenas da Masamuyao-Isneg Yapayao relatam invasões de áreas ancestrais para instalação de uma usina solar. Eles questionam consentimento prévio e afirmam que o processo legal não foi cumprido, com consequências para terras, árvores e rios.

Resposta das partes

As empresas afirmam ter realizado consultas e oferecerão medidas de mitigação, como moldar rotas de pesca e criar recifes artificiais. Órgãos oficiais reconhecem desafios, mas destacam potenciais benefícios econômicos.

Situação atual e próximos passos

O cronograma envolve estudos de viabilidade que podem levar anos, com possibilidade de multas por operações sem consentimento. Organizações ambientais defendem maior participação das comunidades na tomada de decisões.

Como fica a vida local

Para muitos pescadores, o alternative de manter a renda depende de manter a pesca perto da costa. Organizações civis defendem participação comunitária e proteção de direitos territoriais, bem como monitoramento ambiental contínuo.

Notas sobre fontes e contexto

Autoridades locais destacam o peso político de Ilocos Norte nas políticas de energia, com obras financiadas no exterior e marcos legais que favoreceram a expansão de projetos renováveis na região.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais