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Não existe política climática como tal

Reversão da política climática federal nos EUA desfaz coordenação central, elevando emissões, vulnerabilidade social e custos econômicos a longo prazo

A photo illustration showing the United States capitol buiding destroying a windmill.
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  • A política climática federal dos Estados Unidos deixou de funcionar de fato, com o governo Trump reduzindo incentivos, regulações e até desmantelando gabinetes relacionados ao tema.
  • O país se afastou de acordos e fóruns internacionais-chave, incluindo Paris, e saiu de órgãos como o UNFCCC, impactando a coordenação global sobre mudanças climáticas.
  • O próximo presidente herdará um cenário de reconstrução da política climática, com espaço para repensar o conceito e a forma de atuação do governo, indo além de ações centrais.
  • Durante a gestão Biden, houve avanços significativos (metas de emissões, planos de methane, apoios a energia limpa) e investimentos, mas a prioridade enfrentou entraves e atrasos administrativos.
  • o texto propõe uma abordagem descentralizada, em que cada agência governa seus próprios planos climáticos, com o papel da Casa Branca atuando como avaliador, para tornar as ações mais duradouras e menos suscetíveis a mudanças políticas.

O texto examina a direção da política climática dos EUA, argumentando que a política climática tradicional não funciona mais e precisa ser repensada. O relatório afirma que, desde a retomada do poder pela gestão anterior, incentivos e regulações foram desmantelados, enfraquecendo compromissos de redução de emissões.

A análise destaca que os EUA se afastaram de acordos internacionais como o Paris e instâncias-chave de governança climática, além de fechar gabinetes federais ligados ao tema. Essas mudanças teriam impactos duradouros, independentemente de previsões eleitorais.

Segundo o artigo, a próxima administração enfrentará o desafio de reconstruir a política climática e terá margem de manobra para imaginar novas formas de atuação. Propõe repensar o conceito de política climática como um conjunto de ações interagentes entre várias agências.

O texto traça a evolução histórica: dos avanços de décadas passadas aos esforços da gestão Biden, que criaram planos de redução de emissões, metas ambiciosas e um conjunto de programas de financiamento. Indica que parte dos recursos do IRA foi destinada a transição energética.

Entre os entraves, aponta atrasos na execução de fundos, com críticas a interferências do governo federal em decisões de agências. Também descreve conflitos entre prioridades da administração e objetivos de financiamento público para projetos de energia limpa.

Uma nova forma de governança

A reportagem sugere que não é eficaz tratar a ação climática como um único domínio. A ideia é descentralizar ações, permitindo que cada agência aplique ferramentas próprias para reduzir emissões dentro de sua área de atuação, com o acompanhamento de um órgão central.

O texto defende manter o papel da Casa Branca como coadjuvante, avaliando planos de cada agência e monitorando resultados. A gestão dizem que deve evitar programas top-down e permitir que a política climática se incorpore às operações rotineiras.

Como modelo, cita o Paris Agreement, que permitiu planos nacionais próprios e exposição pública de metas. Propõe que o governo implemente um arranjo semelhante: cada órgão apresente metas de redução para o período seguinte, com especialistas responsáveis por avaliar viabilidade e resultados.

A proposta do artigo é que o governo federal amplie a responsabilização das agências, reduzindo a dependência de ações isoladas e centralizadas. O objetivo é tornar as medidas mais duráveis, com impactos consistentes ao longo do tempo.

A conclusão diferencia a urgência climática da necessidade de centralização política. Observa que muitos brasileiros nos Estados Unidos questionam prioridades como custo de vida, segurança e economia, e sustenta que ações integradas nas agências podem atender a essas demandas sem perder foco ambiental.

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