- Um juiz no Alasca decidiu que agentes da vida selvagem podem retomar a prática de atirar e matar ursos para proteger a manada de caribus Mulchatna, no sudoeste do estado.
- O objetivo é ajudar a recuperação de uma caribou que já foi uma fonte importante de alimento para os caçadores nativos do Alasca.
- Dois grupos de conservação contestaram o programa, questionando sua legalidade e a falta de embasamento científico.
- O juiz afirmou que os grupos não mostraram que o estado agiu sem base razoável para aprovar o plano; os filhotes de caribu devem nascer em breve e são especialmente vulneráveis a ursos e lobos.
O estado do Alasca poderá retomar a prática de caçar e matar ursos para proteger a manada de caribus Mulchatna, no sudoeste do estado. A decisão foi anunciada por um juiz da Suprema Corte nesta quarta-feira, após contestedarguments de organizações de conservação. O objetivo é ajudar a recuperação de uma caribaba herd que historicamente representa alimento para os caçadores nativos.
Segundo a sentença, duas organizações de proteção ambiental tinham solicitado a suspensão do programa e contestado a sua legalidade, alegando falta de embasamento científico. O juiz, no entanto, entendeu que não houve evidência suficiente de que o estado agiu sem uma base razoável para aprovar o plano.
A manada Mulchatna deverá entrar em um período em que os filhotes nascerão em breve, tornando os ursos e os lobos predadores mais ativos. O governo local argumenta que a intervenção é necessária para evitar o colapso da população de caribus, que tem importância cultural e alimentar para comunidades estratégias na região.
Contexto e próximos passos
- A decisão mantém o plano em vigor e autoriza a continuidade das ações de controle de ursos como parte de uma estratégia de manejo da fauna.
- As organizações de proteção ambiental ainda podem recorrer da decisão, dependendo dos recursos legais disponíveis no sistema judiciário do Alasca.
A notícia reforça o debate entre conservação de caribus e manejo de predadores, com autoridades destacando a necessidade de equilíbrio entre preservação da fauna e subsistência de comunidades locais que dependem dos caribus. A avaliação sobre a eficácia do plano e possíveis ajustes seguirá conforme a evolução da situação na região.
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