- O cientista brasileiro Carlos Nobre foi nomeado para o Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral no Vaticano.
- A nomeação foi anunciada na quarta-feira, 31, e reforça o foco da Igreja Católica em temas sociais, ambientais e humanitários.
- Nobre é pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e professor da Universidade de São Paulo (USP).
- Ele afirmou que é honroso representar o Brasil e contribuir com a promoção de sustentabilidade e justiça social junto à Igreja.
- A nomeação evidencia a aproximação entre ciência e fé para discutir soluções conjuntas de desenvolvimento sustentável.
Carlos Nobre, referência internacional em mudanças climáticas, foi nomeado para o Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral do Vaticano. A nomeação foi anunciada nesta quarta-feira (31) e envolve o governo da Igreja Católica em temas sociais, ambientais e humanitários.
O pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e professor da USP passa a integrar o grupo que atua na promoção de dignidade humana, justiça social e proteção ambiental. A nomeação reforça o interesse da Igreja pelo papel da ciência na construção de políticas públicas sustentáveis.
Nobre destacou a honra de representar o Brasil e contribuir com a Igreja na promoção de sustentabilidade e justiça social. O Vaticano vê na sua indicação uma oportunidade de ampliar o diálogo entre ciência e fé para enfrentar desafios globais.
Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral
Criado em 2016 pelo Papa Francisco, o Dicastério orienta ações voltadas a temas sociais, ambientais e humanitários, com foco na dignidade humana. A nomeação de Nobre reforça a relevância dessas pautas na agenda eclesial.
A atuação de Nobre no Vaticano deverá combinar experiência acadêmica e políticas públicas com objetivos de preservação ambiental. O objetivo é fintechar soluções conjuntas entre ciência, fé e sociedade para um desenvolvimento mais sustentável.
O anúncio destaca ainda a relevância de ampliar parcerias entre instituições internacionais, acadêmicas e religiosas. A comunidade científica brasileira é apontada como elemento importante no diálogo com o Vaticano.
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