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Dois skinheads contam as arrecadações de show neonazista, foto de Leo Regan

Fotógrafo registra o entorno de show neonazista em escola; skinheads contam dinheiro da bilheteria enquanto a polícia cerca o local e o caos persiste

‘I’m not trying to forgive or underplay the extremities’ … the two guys with the night’s cash.
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  • Em 1990, houve aumento de shows de bandas neo‑nazistas e o fotógrafo Leo Regan acompanhou o movimento por dois anos, resultando em livro e documentário.
  • A foto marcante mostra dois skinheads em Milton Keynes contando o dinheiro do ingresso dentro de uma escola alugada para um show de uma banda neo‑nazista.
  • A polícia cercou o local, o show continuou e os presentes receberam escolta até a estação de trem para deixar o bairro.
  • Regan afirma ter buscado registrar sem endossar as ideias, mesmo reconhecendo o ambiente hostil e violento; ele enfrentou desconfiança e riscos.
  • O projeto resultou no livro Public Enemies e em um documentário; após dois anos, ele decidiu encerrar o acompanhamento devido a pressões e às mudanças na cena, incluindo a presença do grupo Combat 18.

Entre 1990 e 1992, o fotógrafo de imprensa Leo Regan acompanhou, sem preconceitos, a cena de bandas skinhead associadas ao movimento neo-Nazi no Reino Unido. A iniciativa resultou em um livro, Public Enemies, e em um documentário sobre o cenário.

Regan trabalhou longe de tons sensacionalistas, apesar dos riscos. O projeto abriu espaço para registrar a violência, a tensão e a atmosfera que cercava os shows realizados em espaços públicos, como salões de escolas, com milhares de pessoas envolvidas.

Um episódio icônico ocorreu em Milton Keynes, em um salão alugado para uma festa de 21 anos que acabou servindo de palco para uma apresentação extremista. A polícia cercou o local, mas autorizou a continuidade do evento para evitar tumultos nas ruas.

Ao longo de dois anos, o jornalista acompanhou os protagonistas do movimento, observando as motivações, as relações entre facções e as consequências da radicalização. O trabalho gerou material crítico que levou à publicação e ao registro audiovisual, além de despertar debates sobre liberdade de expressão e extremismo.

Após esse período, Regan decidiu encerrar a série devido ao aumento de atenção negativa, pressões das autoridades e riscos crescentes. O registro fotográfico permanece como documento histórico sobre um capítulo conturbado da história britânica recente.

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