- O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que pretende conduzir, em 2026, um debate equilibrado e sem viés ideológico sobre o fim da escala de trabalho 6×1, envolvendo trabalhadores e empresários.
- A pauta ganha apoio político, com respaldo do presidente Lula e alas progressistas; o PSOL transformou o tema em eixo de atuação e Érika Hilton também passou a apoiar.
- O governo federal incorporou o tema à agenda, sem reconhecer atraso, mantendo a ideia de discutir a matéria.
- No Senado, foi aprovada uma Proposta de Emenda à Constituição que reduz a jornada semanal de 44 para 36 horas, com limite de oito horas diárias e organização em até cinco dias, sem corte de salários.
- A discussão sobre a escala 6×1 passa a ter centralidade na disputa eleitoral de 2026.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que pretende conduzir, em 2026, um debate sobre o fim da escala 6×1 com equilíbrio e sem viés ideológico. A ideia é ouvir trabalhadores e empresários, segundo a entrevista à TV Câmara. A proposta não envolve conteúdo político declarado, segundo o parlamentar.
A discussão sobre a escala de trabalho ganhou força no cenário nacional, com apoio de governistas e alas progressistas. A pauta recebeu impulso do PSOL e de Érika Hilton, e já mobiliza a esquerda na linha eleitoral do próximo ano. O governo diz que acompanha o tema, sem reconhecer atraso.
No Senado, há avanços institucionais: uma PEC já recebeu aval para reduzir a jornada de 44 para 36 horas semanais, mantendo salário e a possibilidade de organização em até cinco dias de trabalho. O tema é visto como central por diferentes frentes políticas para 2026.
Debates em 2026
Hugo Motta enfatizou que a discussão será conduzida sem ideologia, buscando equilíbrio entre lados distintos. A meta é estruturar o debate de modo técnico, articulando propostas que contemplem empregadores e trabalhadores, sem viés partidário.
Segundo o presidente da Câmara, o objetivo é criar espaço para um diálogo qualificado no próximo ano, antes de eventuais encaminhamentos legislativos. A participação de segmentos da indústria, do comércio e de trabalhadores deverá ser mapeada para embasar decisões futuras.
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