- O capitão Avtandil Kalandadze, georgiano, foi removido de águas territoriais britânicas e está a bordo de uma embarcação da Guarda Costeira dos Estados Unidos, segundo a advogada de sua esposa.
- A balsa tanque Marinera, ex Bella-1, com bandeira russa, foi capturada na altura do Atlântico perto da Islândia em 7 de janeiro, após mais de duas semanas de perseguição pelas autoridades americanas.
- Após a captura, o navio foi deslocado para a costa da Escócia; o capitão e o oficial de convés teriam sido transferidos para a embarcação Munro da Guarda Costeira dos EUA.
- Uma ordem provisória de tribunal na Escócia havia tentado impedir a remoção do capitão, mas foi revogada pela manhã após a retirada já ter ocorrido.
- Os 26 tripulantes restantes foram processados em um centro do Exército britânico em Inverness; cinco preferiram seguir viagem aos EUA, enquanto os demais optaram por rumos diferentes para retornar aos seus países.
O capitão de um navio petroleiro ligado à Venezuela foi removido das águas britânicas e transferido para um navio da Guarda Costeira dos EUA, segundo o advogado da mulher dele. A operação ocorreu após semanas de perseguição e envolve o afretamento de petróleo venezuelano pelo exterior.
O navio Marinera, de bandeira russa, foi apreendido na prática de transbordo no Atlântico, próximo à Islândia, em 7 de janeiro, com apoio das forças especiais norte-americanas, sob um mandado judicial de apreensão. Após a captura, o cargueiro foi deslocado para uma posição ao largo da costa da Escócia.
As autoridades informaram que o capitão Avtandil Kalandadze, georgiano, e o primeiro oficial foram removidos da jurisdição escocesa para a embarcação da Guarda Costeira Munro. A advogada da esposa de Kalandadze afirmou que um tribunal escocês emitiu ordem provisória contra a remoção, que foi anunciada como revogada após a retirada já ter ocorrido.
O caso envolve, ainda, os demais 26 tripulantes da Marinera, anteriormente conhecida como Bella-1. Segundo o advogado, quatro membros optaram por viajar aos Estados Unidos, enquanto os demais escolheram outras Providências para retornar aos seus países.
A operação ocorre em meio a declarações públicas internacionais. O ministro das Relações Exteriores da Rússia afirmou que Moscou aguardava a libertação da tripulação, incluindo russos, ucranianos, georgianos e indianos. Não houve comentário imediato das autoridades norte-americanas, do governo da Escócia nem do Office Scotland do governo britânico.
Fonte: cobertura da Reuters, com informações oficiais das autoridades norte-americanas e britânicas.
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