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Ministro diz que equipe de segurança de Maduro foi morta a sangue frio

Equipe de segurança de Maduro foi morta em ataque dos EUA; ministro da Defesa denuncia ação “a sangue frio” e pede liberação do presidente detido em Nova York

Miraflores Palace
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  • O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, afirmou que boa parte da equipe de segurança de Nicolás Maduro foi morta “a sangue frio” durante o ataque dos EUA no sábado, que resultou na captura do presidente.
  • Padrino divulgou um vídeo em que lê um comunicado rejeitando a intervenção norte-americana e exige a libertação de Maduro, detido em Nova York por narcoterrorismo.
  • O ataque ocorreu em Caracas, com explosões em bairros da capital, e Maduro, junto com a primeira-dama Cilia Flores, foi levado para Nova York.
  • Os EUA acusam Maduro de liderar o suposto cartel venezuelano De Los Soles, mas especialistas questionam a existência do grupo e não há provas apresentadas.
  • O governo americano oferecia recompensa de até U$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro; analistas veem a ação como medida geopolítica para conter adversários e preservar interesses energéticos.

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, afirmou neste domingo que boa parte da equipe de segurança de Nicolás Maduro foi morta a sangue frio durante o ataque dos Estados Unidos no sábado, que resultou na captura do presidente. A declaração foi veiculada em vídeo, no qual Padrino aparece acompanhado por membros das Forças Armadas.

Padrino leu um comunicado oficial em que rejeitou a intervenção norte-americana e pediu a libertação de Maduro. O presidente está detido em Nova York, sob acusação de narcoterrorismo.

Diversas explosões foram registradas em Caracas durante o ataque, descrito pela imprensa como ação de forças de elite norte-americanas. Maduro e a esposa, Cilia Flores, teriam sido capturados e transportados para Nova York, conforme informações repassadas por autoridades venezuelanas.

Contexto e desdobramentos

A ofensiva marca uma escalada de tensões entre Washington e Caracas, com os EUA oferecendo recompensa de até US$ 50 milhões por informações que levem à prisão de Maduro. Críticos questionam a existência de um cartel denominado De Los Soles, mencionado por autoridades norte-americanas, sem apresentar provas públicas.

Especialistas em tráfico internacional de drogas apontam dúvidas sobre a existência do cartel citado. O governo dos EUA descreve Maduro como líder de uma organização ligada ao narcotráfico, sem apresentar evidências verificáveis.

Analistas ressaltam que a ação pode ter motivações geopolíticas, incluindo o afastamento da Venezuela de rivais globais dos EUA e maior controle sobre o petróleo venezuelano, detentor de grandes reservas.

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