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Zelenskiy discute presença de tropas dos EUA na Ucrânia com Trump

Zelenskiy diz ter discutido com Trump a presença de tropas dos EUA na Ucrânia e citou alegação de ataque à residência de Putin; Casa Branca não comentou

U.S. President Trump meets Ukrainian President Zelenskiy in Florida
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  • Zelenskiy disse que discute com Washington a possível presença de tropas dos EUA na Ucrânia como garantia de segurança, como parte de esforços de paz.
  • Ele também mencionou uma suposta ataque “fake” à residência de Putin, que Moscou rejeita; não houve comentário imediato da Casa Branca.
  • Trump afirmou que o acordo para encerrar a guerra estaria próximo, mas com questões territoriais ainda em aberto; disse que EUA teriam papel de apoio maior com a Europa.
  • O Primeiro-Ministro polonês, Donald Tusk, apontou que garantias de segurança dos EUA poderiam acelerar negociações, embora ainda haja incertezas.
  • Moscou disse que endureceria sua posição de negociação após alegação de ataque; Kyiv nega e diz que a história é fabricação para justificar ataques.

Volodymyr Zelenskiy afirmou que Kyiv discute com Washington a possível presença de tropas dos EUA em território ucraniano como garantia de segurança, além de mencionar uma alegação de ataque “fake” à residência de Vladimir Putin. A declaração ocorreu em conversa com a imprensa por meio de chat no WhatsApp.

Zelenskiy disse ainda que está aberto a encontros com Putin em qualquer formato, reforçando a busca por meios para encerrar o conflito iniciado pela invasão russa de 2022. Ele destacou a necessidade de apoio da coalizão ocidental para avançar nas negociações.

Donald Trump afirmou que, junto de Zelenskiy, pode haver acordo próximo para encerrar a guerra, apesar de questões territoriais permanecerem. O ex-presidente indicou que as garantias de segurança somadas ao apoio europeu estão perto de um acordo, com a cooperação dos EUA.

Segundo Vladimir Putin, Moscou acusa Kyiv de ter atacado uma residência presidencial russa, o que Kyiv nega como fundamento para sabotar as negociações. A Rússia qualificou a suposta ação como terrorismo de Estado, com alvos já definidos para retaliação.

Em Paris, uma fonte próxima ao presidente francês Emmanuel Macron disse não haver evidência concreta do ataque à residência de Putin. A nota destacou o compromisso de Ucrânia e parceiros com a paz, contrastando com a postura russa na guerra.

Enquanto isso, o White House não comentou a possibilidade de envio de tropas dos EUA a Ucrânia sob acordo de paz. Em Varsóvia, o primeiro-ministro polonês Tusk sinalizou que a paz poderia avançar nas próximas semanas com garantias americanas, sem detalhes sobre tropas.

Paralelamente, a Rússia intensificou ataques com drones contra infraestrutura portuária e navios civis na região de Odesa. O conflito mantém a.printa de confrontos no Mar Negro e na linha de frente entre as forças ucranianas e russas.

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