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Jesus critica a riqueza dos ricos nesta parábola

Parábola do rico faz pensar sobre ganância: riqueza pode enganar, e a verdadeira prosperidade está em ser generoso e atento a Deus

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Is Jesus Angry at the Rich in This Parable?
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  • A parábola do homem rico em Lucas, capítulo 12, versa sobre ganância e lembra que a vida não depende de possuir bens.
  • O homem guarda a colheita abundante em celeiros maiores, planeja aproveitar a vida e comer, beber e ser feliz, mas Deus o chama de insensato.
  • O texto destaca o que Jesus não está dizendo: não há pecado em ter riquezas; guardar para o futuro é aceitável; trabalhar duro pode permitir aproveitar os frutos do próprio trabalho.
  • O que Jesus está dizendo: tenha cuidado com a ganância, que pode levar a confiar apenas no dinheiro; não seja hoarder e reconheça que a riqueza vem de Deus; há mais na vida do que bens.
  • O ensinamento final cita Mateus seis, vinte e um, sobre guardar tesouros no céu e ser rico para Deus, enfatizando a validade de priorizar valores espirituais.

A parábola do homem rico em Lucas 12:13-21 é analisada para entender se Jesus condena a riqueza. O trecho começa com alguém da multidão pedindo a Jesus que julgue a divisão de herança, e ele responde que vigie contra a ganância.

Jesus, então, conta a história de um fazendeiro bem-sucedido que colhe muito e não sabe onde guardar. Ele planeja construir celeiro maior e curtir a vida, mas Deus lhe diz que aquela noite sua vida será exigida.

O texto sugere que o problema não é a riqueza, e sim a ganância. A mensagem central é: a riqueza pode se tornar ídolo, desviando a atenção de Deus e da eternidade.

Contexto e lições

A partir da parábola, destacam-se pontos sobre o que Jesus não condena: possuir riqueza não é pecado e poupar para o futuro é aceitável. O foco está no afastamento da confiança na riqueza.

Outro aspecto é que o dinheiro pode enganar, gerando sensação de segurança ilusória. A passagem adverte para não planejar apenas a vida terrena, mas também a vida eterna.

Por fim, a história denuncia o acúmulo sem compartilhar. A prosperidade deveria, em visão bíblica, beneficiar também outros, não apenas o próprio bolso. O ensinamento aponta para uma postura mais consciente diante das bênçãos.

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