- A blefaroplastia a laser de CO₂ realizada por Leonardo reacende o debate sobre qual método é mais eficaz para rejuvenescimento ocular; a cirurgia está entre os cinco procedimentos estéticos cirúrgicos mais realizados, segundo a ISAPS.
- A cirurgiã explica que o laser tem indicações específicas e não substitui a blefaroplastia com corte em casos de flacidez significativa.
- O laser atua promovendo retração de pele e estímulo de colágeno, sendo indicado para flacidez leve ou como complemento, sem remover pele em excesso.
- A blefaroplastia tradicional, com pequenas incisões, permite remoção de pele e reposicionamento de gordura, oferecendo resultados mais previsíveis.
- O laser pode ser aliado, não universal; a decisão deve partir de avaliação individual do paciente pelo médico.
A recente repercussão da blefaroplastia a laser de CO₂ realizada pelo cantor Leonardo, de 62 anos, reacendeu o debate sobre métodos de rejuvenescimento da região dos olhos. Especialistas destacam que a tecnologia a laser não substitui a blefaroplastia com incisão em casos de flacidez significativa.
A cirurgia pode ser realizada por diferentes abordagens. A escolha do método depende principalmente do grau de pele excedente e da flacidez observada no paciente. A profissional ouvida explica que o laser tem indicações específicas e resultados mais limitados em comparação com a técnica tradicional.
Blefaroplastia a laser: quando funciona e quando não funciona
A técnica a laser utiliza energia térmica para promover retração da pele e estímulo de colágeno. Ela costuma ser indicada para flacidez leve, alterações iniciais ou como complemento a outros tratamentos.
O laser não remove pele excessiva nem promove remoção de tecidos de forma definitiva. Em casos de pele solta mais significativa, o resultado tende a ser insuficiente, segundo a especialista.
Apesar de oferecer recuperação potencialmente mais rápida, o método não oferece o mesmo controle cirúrgico nem resultados estruturais equivalentes à cirurgia tradicional.
Por que a blefaroplastia com corte segue como padrão-ouro
A blefaroplastia convencional envolve incisões discretas no sulco da pálpebra superior ou junto aos cílios inferiores, permitindo remoção de pele e reposicionamento de bolsas de gordura.
Quando há sobra de pele relevante, não existe substituto sem incisão que garanta resultado definitivo. A técnica tradicional possibilita remodelar a região com maior precisão.
A previsibilidade dos resultados costuma ser maior quando a cirurgia é realizada por profissional habilitado. A recuperação tende a ser mais estável e as cicatrizes ficam quase imperceptíveis com o tempo.
Laser não substitui cirurgia, pode ser apenas aliado
A especialista destaca que o laser deve ser visto como complemento em alguns casos ou uma opção para consequências mais leves. Em rejuvenescimento mais significativo, a blefaroplastia com corte permanece como opção mais eficaz.
Casos como o de Leonardo ajudam a ampliar o debate e reforçam a necessidade de avaliação individual. Cada paciente apresenta um cenário único, com informações e avaliação profissional indispensáveis.
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