- National Scrollathon, exposição de Steven e William Ladd no Kennedy Center, em Washington, busca unir os americanos em tempos de divisão, descrita pelos artistas como o “projeto cultural da América”.
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- O projeto reúne 10 mil scrolls criados por participantes de todos os estados, cinco territórios e o District of Columbia, com fotos dos envolvidos em cada scroll.
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- Ao longo das sessões, os participantes gravaram vídeos; relatos vão desde superação de câncer até experiências de moradores sem moradia.
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- A apresentação sofreu mudança no calendário por obras de renovação no Kennedy Center: de 26 de maio a 7 de setembro passou para 29 de maio a 29 de junho.
National Scrollathon, exposição dos irmãos Steven e William Ladd, ocorre no John F. Kennedy Center for the Performing Arts, em Washington, DC. A mostra reuniu 10 mil norte-americanos de diferentes idades, origens, orientações e filiações políticas, como parte de um projeto que busca promover unidade em tempos divisivos.
Os irmãos, com mais de 25 anos de atuação conjunta, organizam sessões de uma hora chamadas Scrollathon. Em cada encontro, 25 a 35 participantes em cada estado, território ou DC criam scrolls com tiras de tecido e compartilham mensagens, histórias e símbolos, registradas em vídeos.
O conceito e o método
A ideia central envolve scrolls como dispositivos universais de narrativa. Os artistas descrevem padrões abstratos que remetem a células ou designs de miçangas como elementos simbólicos de comunicação e memória coletiva.
Steven e William já percorreram todos os 50 estados, mais cinco territórios e o Distrito de Columbia. Em cada sessão, os participantes produzem o scroll e participam de relatos que vão desde experiências de saúde até lembranças familiares, enfatizando a diversidade de perspectivas.
Detalhes de produção e cronograma
Parte da obra prevê vídeos de participante, usados para documentar o projeto. As gravações incluem relatos de superação de adversidades, como a transição de uma housing instável para um ano estável, ou memórias de escolas segregadas. A documentação é parte visível da instalação.
O Kennedy Center adiou o início para 29 de maio e estendeu até 29 de junho, devido a obras de renovação previstas para o prédio Reach. Originalmente, a exibição iria de 26 de maio a 7 de setembro.
Contexto e trajetória
Os irmãos receberam apoio institucional ao longo dos anos, mantendo atuação mesmo em momentos de tensão política nacional. A obra é descrita como um projeto cultural de escala nacional, com possibilidade de continuidade por meio de patrocínios e parcerias futuras.
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