- As importações de soja pela União Europeia na safra 2025/26, até 21 de junho, somaram 13,70 milhões de toneladas métricas, queda de 4% frente ao mesmo período do ano anterior.
- As compras de soja com origem no Brasil chegaram a quase 7 milhões de toneladas, aumento de mais de 800 mil toneladas em relação ao ciclo anterior.
- Importações de canola pela UE totalizaram 5,17 milhões de toneladas, queda de 30% em relação ao ano anterior; no farelo de soja, a UE importou 18,47 milhões de toneladas, queda de 3% no comparativo anual, com o Brasil registrando 9,75 milhões de toneladas, +150 mil.
- As importações de óleo de palma pela UE ficaram em 2,78 milhões de toneladas, recuo de 6%.
- O Brasil teve safra recorde de soja em 2026, o que tende a melhorar a competitividade do produto no mercado internacional.
As importações de soja pela União Europeia na safra 2025/26 registraram queda de 4% até 21 de junho, totalizando 13,70 milhões de toneladas métricas. O recuo ocorre mesmo com o Brasil liderando o avanço de compras do bloco, destaque no período.
Enquanto as aquisições da soja brasileira cresceram, somando quase 7 milhões de toneladas, o que representa mais de 800 mil toneladas acima do ciclo anterior, o quadro mostra uma significativa dependência de produtores sul-americanos.
Além disso, a UE teve queda nas importações de canola, para 5,17 milhões de toneladas, e de farelo de soja, que caiu 3%, para 18,47 milhões de toneladas. O farelo do Brasil, no entanto, registrou alta de 150 mil toneladas na comparação anual, chegando a 9,75 milhões.
Dados da UE e destaques por produto
Segundo dados da Comissão Europeia, Brasil aparece como principal fornecedor de soja para a UE no período, com 6,93 milhões de toneladas na semana analisada, seguido por EUA, Ucrânia, Canadá e Argentina. O desempenho vem acompanhado de ajustes semanais entre ofertas e demanda.
No caso da canola, a Austrália aparece como fornecedora líder, com 1,96 milhão de toneladas na semana, seguida pela Ucrânia. Canadá, Moldávia e Sérvia completam a lista de principais fornecimentos, com volumes menores.
No farelo de soja, o Brasil responde por 9,75 milhões de toneladas na semana, consolidando sua posição como maior fornecedor, à frente de Argentina, Ucrânia, EUA e Índia, segundo os registros da UE. Esses números refletem, também, a safra recorde de soja brasileira em 2026.
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