- Médica Raphaella Brilhante afirma ter sobrevivido a uma tentativa de feminicídio e que, um mês após o caso vir à tona, continua sob ameaças da família do ex-marido.
- Ela acusa a família do agressor de violência psicológica e de tentar descredibilizá-la nas redes sociais.
- A fala acontece no contexto de reconhecimento pela Lei Maria da Penha, destacando que a violência pode continuar de forma diferente após o fim do relacionamento.
- O pai de João Lima, Cicinho Lima, é político da Paraíba, o que envolve a família do agressor na pauta pública.
- O casamento durou dois meses e a primeira violência física teria ocorrido ainda na lua de mel; Raphaella diz querer inspirar outras mulheres a falar.
Raphaella Brilhante, médica e influenciadora, revelou publicamente que é vítima de violência doméstica praticada pelo ex-marido, o cantor João Lima. O caso ganhou notoriedade há cerca de um mês, quando veio à tona. Ela relatou ainda que recebe ameaças e permanece com medo.
A profissional afirmou que a violência observada não se limita ao espaço do casamento, mas se estende às redes sociais, com ataques e descredibilização por parte da família do agressor. Ela aponta que esse tipo de violência persiste mesmo após a separação.
A paciente cita a aplicação da Lei Maria da Penha para descrever a gravidade da situação, destacando que a violência pode ocorrer de maneiras diferentes após a saída do casal. Ela reforça a necessidade de proteção contínua enquanto tenta se reconstruir.
Raphaella não cita nomes, mas lembrou que o pai de João Lima é Cicinho Lima, político na Paraíba. Ela enfatiza que a família do agressor continua tentando desqualificá-la, mantendo pressão psicológica.
A médica comentou ainda sobre a atuação das redes sociais como palco de violência psicológica, ressaltando que muitas vítimas enfrentam novas formas de abuso após o término da relação. Ela defende leis que protejam quem sofre agressões após a separação.
Em relação ao casamento, Raphaella revelou que a violência física ocorreu já na lua de mel, durante apenas dois meses de convivência. Ela descreve o fim desse período como um momento de ruptura dolorosa e de choque com a realidade do agressor.
Ela afirma que o objetivo ao tornar o caso público é apoiar outras mulheres que não conseguiram falar ou foram silenciadas. A médica também procura oferecer proteção e apoio para quem está em processo de recuperação.
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